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A importância do estudo geracional e as bases educacionais para a aprendizagem

Diego Cruz Garcia

A geração em questão aqui é o público alvo da instituição CAMP OESTE, a GERAÇÃO Z, dos nascidos a partir de 1995 até 2005.

Esses jovens iniciaram a pouco sua carreira e já enfrentam vários desafios, sobre vida pessoal e profissional, baseados nos 4 pilares da educação da UNESCO: aprender a conhecer, aprender a fazer, aprender a viver com os outros e aprender a ser.

A aprendizagem, embasada nesses pilares norteiam o jovem em seu caminho de descobertas, para sua vida pessoal e sua carreira. Analisando o cenário geracional unidos aos conceitos da educação, o CAMP OESTE – Centro de Assistência e Motivação de Pessoas – que atua há mais de 34 anos na área da aprendizagem, cria ambientes e atividades práticas em suas oficinas para que o jovem se descubra, descobrindo a partir daí o seu caminho.

Esses jovens vêm sendo estudados por muitos especialistas do comportamento Humano, onde afirmam que em meio ao mundo integrado, globalizado, e extremamente tecnológico, a geração Z se destaca por conseguir desenvolver tarefas simultâneas. Outra característica dessa geração é que são muito proativos e tendem a ser ambiciosos.

Essa foi à primeira geração que já nasceu com as mordomias que a internet proporciona, dificilmente essa geração se desconecta, fator este que obriga os gestores a criarem estratégias diferenciadas para atrair esses talentos.

Assim como o comportamento dos jovens, as organizações também devem estar em constante evolução, e para elas, o desafio é ainda maior, pois precisam atualizar seus negócios criando novas formas de motivação e liderança.

Uma das estratégias utilizadas para essa geração, são programas de carreira atrativos para reter esses talentos. Outra forma que tem tido boa aceitação é o Assessment, conhecido como avaliação, aplicado de forma transparente e lado a lado com os jovens, os resultados podem ser ainda mais satisfatórios, é nesse processo que se descobrem habilidades, talentos e propósito de vida, para criar assim um plano de carreira mais assertivo para esse liderado.

Até os 21 anos, o jovem ainda não tem formação completa do córtex pré-frontal, que é a parte do cérebro responsável pelo planejamento de longo e médio prazo.

E o que isso tem a ver com manter-se engajado?

Tudo! É também uma boa prática descobrir qual é o desejo desse jovem, para ajudá-lo a descobrir o que eles desejam em relação a carreira, desempenhando o papel de Coach (treinador/mentor), já que às vezes nem mesmo o jovem sabe por qual caminho seguir.

Outro passo importante junto ao jovem é a definição de metas e objetivos. Trabalhando seus pontos a melhorar e não somente pensando em estabelecer metas de vendas. Metas de crescimento pessoal também são muito importantes!
Segundo estudos, para que algo se torne um hábito é necessário que seja repetido 21 vezes, no mínimo. E isso serve como um puxão de orelha para o líder, que deve com regularidade, acompanhar os resultados e evoluções do jovem liderado.

Através das oficinas, criamos empoderamento dos jovens através das atividades práticas, aplicadas em grupos ou individuais, os temas são expostos em palestras, dramatizações e atividades práticas. É importante que o jovem tenha uma figura direcionadora em todo esse processo, é aí, que empresa e instituição formadora agem como o mentor e fazem a mensuração dos seus resultados e dão feedback.

Esse processo demanda sim, muito tempo. Mas é necessário para que se atinjam resultados expressivos. ‘’O hábito faz o monge’’, dessa mesma maneira o hábito faz um líder melhor, no caso, retendo talentos valorizando a parte da sua empresa que mais importa: as pessoas!

Sobre o Autor:

Diego Cruz Garcia, especializado em Recursos Humanos e atuante no terceiro setor desde 2015, formado em Administração de Empresas, com MBA em Gestão Estratégica de Pessoas pela FGV São Paulo, é Coordenador de RH, no CAMP Oeste “Centro de Assistência e Motivação de Pessoas.

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