{"id":10116,"date":"2013-07-01T00:00:58","date_gmt":"2013-07-01T03:00:58","guid":{"rendered":"http:\/\/www.rhevistarh.com.br\/portal\/?p=10116"},"modified":"2013-06-30T23:33:53","modified_gmt":"2013-07-01T02:33:53","slug":"jeronimo-mendescomo-evitar-a-informalidade-na-remuneracao","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.rhevistarh.com.br\/portal\/jeronimo-mendescomo-evitar-a-informalidade-na-remuneracao\/","title":{"rendered":"Como Evitar a Informalidade na Remunera\u00e7\u00e3o"},"content":{"rendered":"<div><\/div>\n<figure id=\"attachment_10122\" aria-describedby=\"caption-attachment-10122\" style=\"width: 150px\" class=\"wp-caption alignleft\"><a href=\"http:\/\/www.rhevistarh.com.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2013\/07\/jeronimomendes.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"size-full wp-image-10122\" alt=\"Jer\u00f4nimo Mendes\" src=\"http:\/\/www.rhevistarh.com.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2013\/07\/jeronimomendes.jpg\" width=\"150\" height=\"150\" \/><\/a><figcaption id=\"caption-attachment-10122\" class=\"wp-caption-text\">Jer\u00f4nimo Mendes<\/figcaption><\/figure>\n<p>Uma das grandes dificuldades de todo empreendedor ou empres\u00e1rio em qualquer\u00a0neg\u00f3cio\u00a0\u00e9 administrar a car\u00eancia do ser humano, seja qual for o n\u00edvel hier\u00e1rquico e a posi\u00e7\u00e3o que o empregado ocupa na empresa.<\/p>\n<p>Quero lembrar que a complexidade humana \u00e9 dif\u00edcil de ser entendida e atendida, raz\u00e3o pela qual os empregados em geral nunca est\u00e3o satisfeitos com o que ganham, pois, em geral, nem sal\u00e1rios nem benef\u00edcios s\u00e3o suficientes para as suas necessidades.<\/p>\n<p>A realidade \u00e9 que as pessoas esperam tudo do patr\u00e3o ou das empresas como se houvesse obriga\u00e7\u00e3o do empregador em atender todos os desejos e reivindica\u00e7\u00f5es sem a respectiva contrapartida dos resultados.<\/p>\n<p>A quest\u00e3o \u00e9 bem simples: quem foi que disse que o patr\u00e3o e as empresas devem atender todas as necessidades do empregado considerando que cada um tem necessidades muito espec\u00edficas e diferentes?<\/p>\n<p>N\u00e3o quero parecer duro, mas o fato \u00e9 que nenhuma empresa ou empreendedor tem a m\u00ednima obriga\u00e7\u00e3o de atender reivindica\u00e7\u00f5es que n\u00e3o sejam reguladas pela pol\u00edtica de recursos humanos e comuns a todos os empregados.<\/p>\n<p>Por outro lado, quanto mais exce\u00e7\u00f5es houverem, n\u00e3o reguladas por uma pol\u00edtica clara de\u00a0remunera\u00e7\u00e3o\u00a0e benef\u00edcios, mais dif\u00edcil de administrar essa quest\u00e3o que, na maioria das empresas, cria mais dificuldades do que contentamento.<\/p>\n<p>Dessa forma, com a experi\u00eancia de ter participado da reorganiza\u00e7\u00e3o e da elabora\u00e7\u00e3o das pol\u00edticas de dezenas de empresas ao longo da minha carreira, quero compartilhar aqui alguns insights para ajud\u00e1-los a administrar essa quest\u00e3o que, na maioria das empresas, n\u00e3o est\u00e1 nada clara e, portanto, gera insatisfa\u00e7\u00e3o de ambos os lados. Vejamos:<\/p>\n<p>1.\u00a0A rela\u00e7\u00e3o empregador\/empregado deve ser a mais transparente poss\u00edvel; quanto mais padronizada, menor a chance de as pessoas conspirarem pelo corredor; evite tratar cada empregado de maneira diferente; uma boa pol\u00edtica de recursos humanos regula o tratamento desejado e poss\u00edvel de aplicado para todos.<\/p>\n<p>2.\u00a0A concess\u00e3o de benef\u00edcios deve estar atrelada aos resultados financeiros; n\u00e3o d\u00e1 para conceder algo que voc\u00ea n\u00e3o pode suportar por um bom tempo, portanto, antes de conceder, lembre-se de que \u00e9 praticamente imposs\u00edvel retirar depois de concedido.<\/p>\n<p>3.\u00a0Nunca tente compensar uma defici\u00eancia do sistema com um benef\u00edcio concedido em particular; em geral, as pessoas n\u00e3o conseguem guardar para si mesmo e, mais dia, menos dia, v\u00e3o abrir a boca e outros vir\u00e3o para reivindicar algo parecido.<\/p>\n<p>4.\u00a0Em empresas de pequeno e m\u00e9dio porte, \u00e9 comum as pessoas abordarem o patr\u00e3o na entrada ou no corredor para reivindicar benef\u00edcios, portanto, a menos que voc\u00ea tenha disponibilidade de caixa e queira virar ref\u00e9m das exce\u00e7\u00f5es e abordagens, seja claro em rela\u00e7\u00e3o a isso e direcione as d\u00favidas para a \u00e1rea de recursos humanos.<\/p>\n<p>5.\u00a0N\u00e3o misture as coisas; uma coisa \u00e9 ser empreendedor sens\u00edvel e participativo, outra coisa \u00e9 ser amigo dos empregados; quando voc\u00ea \u00e9 patr\u00e3o, a rela\u00e7\u00e3o fica mais clara; quando voc\u00ea \u00e9 amigo, nem tanto, pois as pessoas tendem a confundir a rela\u00e7\u00e3o e ir al\u00e9m dos limites, afinal, voc\u00eas s\u00e3o amigos e amigo \u00e9 pra essas coisas.<\/p>\n<p>6.\u00a0N\u00e3o alimente expectativas irreais; cumprir o que n\u00e3o prometeu \u00e9 bem melhor do que prometer e n\u00e3o cumprir; as pessoas esquecem rapidamente o que voc\u00ea concede, mas n\u00e3o esquecem o que voc\u00ea promete.<\/p>\n<p>7.\u00a0Empresa n\u00e3o \u00e9 m\u00e3e! J\u00e1 dizia a mestra Maria Aparecida Schirato, autora do\u00a0<i>best seller<\/i>\u00a0<i>O Feiti\u00e7o das Organiza\u00e7\u00f5es<\/i>, portanto, em vez de tratar os empregados como filhos, trate-os com considera\u00e7\u00e3o e respeito, mas n\u00e3o se esque\u00e7a de deixar claro o seguinte: qual \u00e9 o papel de cada de um, como eles ser\u00e3o cobrados e o que vai acontecer em caso de a rela\u00e7\u00e3o sofrer desgastes ao longo do relacionamento.<\/p>\n<p>Pense nisso e empreenda mais e melhor!<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><span style=\"text-decoration: underline;\"><strong>Sobre o autor:<\/strong><\/span><\/p>\n<p><strong>Jer\u00f4nimo Mendes<\/strong>: Administrador, Coach, Escritor e Palestrante, apaixonado por Empreendedorismo, Mestre em Organiza\u00e7\u00f5es e Desenvolvimento Local pela UNIFAE\/Curitiba-PR. Autor de Oh, Mundo C\u00e3oporativo! (Qualitymark), Benditas Muletas (Vozes) e Manual do Empreendedor (Atlas).<\/p>\n<p><strong>site:\u00a0<a href=\"http:\/\/www.jeronimomendes.com.br\/\" target=\"_self\">www.jeronimomendes.com.br<\/a><\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><a href=\"http:\/\/www.meurhnaweb.com.br\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"size-full wp-image-9345 aligncenter\" style=\"border: 0px currentColor;\" title=\"RHNydus\" alt=\"\" src=\"http:\/\/www.rhevistarh.com.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2013\/04\/nydusok.gif\" width=\"468\" height=\"60\" srcset=\"https:\/\/www.rhevistarh.com.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2013\/04\/nydusok.gif 468w, https:\/\/www.rhevistarh.com.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2013\/04\/nydusok-300x38.gif 300w\" sizes=\"auto, (max-width: 468px) 100vw, 468px\" \/><\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Uma das grandes dificuldades de todo empreendedor ou empres\u00e1rio em qualquer neg\u00f3cio \u00e9 administrar a car\u00eancia do ser humano, seja qual for o n\u00edvel hier\u00e1rquico e a posi\u00e7\u00e3o que o empregado ocupa na empresa.<br \/>\nQuero lembrar que a complexidade humana \u00e9 dif\u00edcil de ser entendida e atendida, raz\u00e3o pela qual os empregados em geral nunca est\u00e3o satisfeitos com o que ganham, pois, em geral, nem sal\u00e1rios nem benef\u00edcios s\u00e3o suficientes para as suas necessidades.<\/p>\n","protected":false},"author":8,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[273,1058],"tags":[253,302],"table_tags":[],"class_list":["post-10116","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-incentivar-pessoas","category-jeronimo-mendes","tag-politica-de-rh","tag-remuneracao","no-post-thumbnail","entry"],"aioseo_notices":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.rhevistarh.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/10116","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.rhevistarh.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.rhevistarh.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.rhevistarh.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/users\/8"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.rhevistarh.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=10116"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/www.rhevistarh.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/10116\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.rhevistarh.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=10116"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.rhevistarh.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=10116"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.rhevistarh.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=10116"},{"taxonomy":"table_tags","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.rhevistarh.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/table_tags?post=10116"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}