{"id":11399,"date":"2014-01-01T00:00:00","date_gmt":"2014-01-01T02:00:00","guid":{"rendered":"http:\/\/www.rhevistarh.com.br\/portal\/?p=11399"},"modified":"2014-01-06T11:06:19","modified_gmt":"2014-01-06T13:06:19","slug":"big-data-no-rh-ainda-e-feito-a-manivela-por-elancers","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.rhevistarh.com.br\/portal\/big-data-no-rh-ainda-e-feito-a-manivela-por-elancers\/","title":{"rendered":"Big Data no RH Ainda \u00e9 Feito \u00e0 Manivela, por Elancers"},"content":{"rendered":"<div><a href=\"http:\/\/www.meurhnaweb.com.br\/\" target=\"_blank\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"aligncenter\" style=\"border: 0px currentColor;\" alt=\"\" src=\"http:\/\/www.rhevistarh.com.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2013\/08\/rhnydus.gif\" width=\"620\" height=\"82\" \/><\/a><\/div>\n<figure id=\"attachment_11402\" aria-describedby=\"caption-attachment-11402\" style=\"width: 310px\" class=\"wp-caption alignright\"><a href=\"http:\/\/www.rhevistarh.com.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2013\/12\/cezartegon.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"size-full wp-image-11402 \" alt=\"Cezar Tegon, Presidente da Elancers\" src=\"http:\/\/www.rhevistarh.com.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2013\/12\/cezartegon.jpg\" width=\"310\" height=\"233\" srcset=\"https:\/\/www.rhevistarh.com.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2013\/12\/cezartegon.jpg 310w, https:\/\/www.rhevistarh.com.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2013\/12\/cezartegon-300x225.jpg 300w\" sizes=\"auto, (max-width: 310px) 100vw, 310px\" \/><\/a><figcaption id=\"caption-attachment-11402\" class=\"wp-caption-text\">Cezar Tegon, Presidente da Elancers<\/figcaption><\/figure>\n<p style=\"text-align: left;\" align=\"center\">Voc\u00ea pesquisa sobre um restaurante usando o Google e logo recebe uma mensagem no celular informando que, considerando o tr\u00e2nsito no momento, pode chegar ao tal restaurante em 15 minutos. Isso j\u00e1 \u00e9 real e \u00e9 um dos resultados do uso do que se convencionou chamar de Big Data, ou seja, a avalia\u00e7\u00e3o constante e permanente de dados gerados diariamente na navega\u00e7\u00e3o pela internet, em transa\u00e7\u00f5es online e at\u00e9 mesmo em fun\u00e7\u00e3o do rastreamento de seus movimentos pelo GPS do celular. Mas, de acordo com Cezar Tegon, presidente da Elancers, principal desenvolvedora de sistemas de atra\u00e7\u00e3o, recrutamento e sele\u00e7\u00e3o do pa\u00eds, nas \u00e1reas de Recursos Humanos das empresas, o tal Big Data ainda \u00e9 movido a manivela:<\/p>\n<p>\u201cPor incr\u00edvel que pare\u00e7a, muitas \u00e1reas de RH ainda recebem curr\u00edculos por e-mail ou inscritos em vagas em sites de empregos e redes profissionais, imprimem esses curr\u00edculos e fazem uma sele\u00e7\u00e3o um a um, utilizando canetinhas marcadoras para destacar os pontos em que o curr\u00edculo atende \u00e0s exig\u00eancias da vaga. \u00c9 a idade das trevas na an\u00e1lise de curr\u00edculos em uma \u00e9poca onde as informa\u00e7\u00f5es fluem pela internet a todo o momento\u201d, assinala Tegon.<b><\/b><\/p>\n<p><b>Redes sociais<\/b><\/p>\n<p>As redes sociais j\u00e1 se consolidaram como excelentes canais para a divulga\u00e7\u00e3o de vagas e est\u00e3o sendo usadas por empresas e consultorias de Recursos Humanos em larga escala. No entanto, uma coisa \u00e9 divulgar uma vaga, outra coisa \u00e9 tratar essa informa\u00e7\u00e3o tamb\u00e9m em larga escala:<\/p>\n<p>\u201cPublicar uma vaga no LinkedIn, por exemplo, pode render mais de 1.000 candidatos. Dependendo da vaga, esse n\u00famero pode ultrapassar os 3.000 inscritos. Ocorre que muitas empresas e consultorias de RH simplesmente n\u00e3o conseguem analisar mais do que 50 ou 100 curr\u00edculos, o que as leva a privilegiar os primeiros inscritos e a ignorar todos os demais. Trata-se de um enorme desperd\u00edcio de informa\u00e7\u00e3o. Somente uma an\u00e1lise sist\u00eamica e de simples manuseio, que envolvesse todos os 3.000 curr\u00edculos recebidos, possibilitaria alcan\u00e7ar os melhores candidatos\u201d, ressalta Tegon.<\/p>\n<p>Segundo o especialista, ao n\u00e3o utilizarem sistemas inteligentes, as empresas costumam chamar para as entrevistas candidatos que j\u00e1 foram rejeitados em outros processos, o que muitas vezes resulta em cenas constrangedoras:<\/p>\n<p>\u201cSitua\u00e7\u00f5es como essa, que se repetem em muitas organiza\u00e7\u00f5es, levam fatalmente a descr\u00e9dito e arranham a imagem do RH internamente. Revelam, acima de tudo, amadorismo nos processos de sele\u00e7\u00e3o\u201d, explica Tegon.<\/p>\n<p><b>Potencial utilizado<\/b><\/p>\n<p>Mais afinal como aproveitar o Big Data? Tendo ferramentas especialmente preparadas para lidar com grandes volumes de dados, de forma que toda e qualquer informa\u00e7\u00e3o nestes meios possa ser encontrada, combinada e aproveitada de maneira r\u00e1pida e simples.<\/p>\n<p>Tegon ressalta que sem d\u00favidas o Big Data \u00e9 o melhor aliado para aumentar a produtividade e a assertividade na \u00e1rea de Atra\u00e7\u00e3o e Sele\u00e7\u00e3o. Ele explica que para isso ocorrer \u00e9 necess\u00e1rio utilizar tecnologias que permitam realizar pesquisas das informa\u00e7\u00f5es de milh\u00f5es de candidatos como se faz em plataformas inteligentes como Google, Yahoo, Bing ou Baidu. Essa tecnologia aplicada ao RH j\u00e1 existe. Um exemplo seria a Elancers.net, que permite aos recrutadores aproveitar o poder do Big Data sem precisar ter conhecimentos especializados de TI e extra\u00e7\u00e3o de dados, j\u00e1 que buscam candidatos a partir de suas informa\u00e7\u00f5es curriculares combinando palavras de maneira simples e f\u00e1cil para identificar os candidatos que devem passar para a fase de an\u00e1lise mais detalhada.<\/p>\n<p>Para Tegon, o uso mais efetivo do Big Data pelas \u00e1reas de RH passa por investir em bancos de curr\u00edculos exclusivos, tanto para candidatos quanto para os funcion\u00e1rios que j\u00e1 est\u00e3o contratados:<\/p>\n<p>\u201cAo criarem bancos de curr\u00edculos exclusivos e de seus funcion\u00e1rios, as empresas podem agregar informa\u00e7\u00f5es aos curr\u00edculos e aperfei\u00e7oar os processos virtuais de sele\u00e7\u00e3o, algo impens\u00e1vel de se fazer quando lidamos com informa\u00e7\u00e3o em e-mails, em papel, em sites de empregos ou em redes sociais. Grandes empresas como Grupo Algar, Sebrae SP, BRF e TAM, apenas para citar algumas, j\u00e1 trabalham construindo suas pr\u00f3prias bases de curr\u00edculos exclusiva e de funcion\u00e1rios, cuja ponta mais vis\u00edvel est\u00e1 nos pr\u00f3prios sites das empresas, na \u00e1rea &#8216;Trabalhe Conosco&#8217;. Quando, por exemplo, um candidato coloca ali seu curr\u00edculo ele j\u00e1 est\u00e1 fazendo uma op\u00e7\u00e3o por uma marca, da\u00ed a import\u00e2ncia dessas bases exclusivas de curr\u00edculos\u201d, explica Tegon.<\/p>\n<p>Desta maneira, as empresas podem pesquisar com mecanismo inteligente candidatos considerando um volume muito maior de informa\u00e7\u00e3o. Isso \u00e9 Big Data. O pr\u00f3ximo passo \u00e9 qualificar ainda mais estas informa\u00e7\u00f5es, agregando avalia\u00e7\u00f5es sempre que o candidato surgir em processos de busca, ajudando a localizar este profissional em outros processos de sele\u00e7\u00e3o ou at\u00e9 mesmo a desqualific\u00e1-lo para qualquer processo de sele\u00e7\u00e3o futuro.<\/p>\n<p><b>Evolu\u00e7\u00e3o necess\u00e1ria<\/b><\/p>\n<p>O uso de sistemas de informa\u00e7\u00e3o nas atividades de atra\u00e7\u00e3o, recrutamento e sele\u00e7\u00e3o tem avan\u00e7ado no Brasil, mas ainda est\u00e1 muito aqu\u00e9m das possibilidades que a pr\u00f3pria tecnologia oferece, explica Tegon. A falta de conhecimento de solu\u00e7\u00f5es que utilizam de maneira efetiva o poder de tecnologias como o Big Data limita a atua\u00e7\u00e3o da \u00e1rea de RH. No entanto, alerta o presidente da Elancers, a lideran\u00e7a das empresas precisa estar mais antenada ao modo como as \u00e1reas de RH buscam recrutar e selecionar pessoas, pois isso tem impacto direto no sucesso dos neg\u00f3cios:<\/p>\n<p>\u201cHoje, muitos profissionais de RH reclamam da falta de pessoal qualificado. Isso virou um mantra e serve como desculpa para a falta de criatividade e a incapacidade de muitas empresas de atra\u00edrem novos empregados. No entanto, ainda que de fato exista alguma car\u00eancia de m\u00e3o de obra melhor qualificada, a verdade pura e simples \u00e9 que as \u00e1reas de RH utilizam mal a tecnologia para atrair e selecionar candidatos e preferem culpar o apag\u00e3o de talentos. Os l\u00edderes das empresas precisam questionar suas \u00e1reas de RH e perguntar quais tecnologias est\u00e3o usando para atrair e selecionar pessoas. Se o pessoal do RH estiver imprimindo curr\u00edculos, apresentando candidatos j\u00e1 entrevistados no passado e demorando mais do que 25 dias para ocupar posi\u00e7\u00f5es abertas, ent\u00e3o chegou a hora de soar o alarme. Tem alguma coisa errada no RH\u201d, conclui Tegon.<\/p>\n<p><b>Sobre a Elancers<br \/>\n<\/b>Empresa l\u00edder no mercado de sistemas de recrutamento e sele\u00e7\u00e3o. Multinacional brasileira, com atua\u00e7\u00e3o na Am\u00e9rica Latina, Estados Unidos e Europa. Desenvolveu um sistema de gest\u00e3o de recrutamento e sele\u00e7\u00e3o com mais de 12 milh\u00f5es de curr\u00edculos e 9.000 empresas participantes.<\/p>\n<p>Elancers: <a href=\"http:\/\/www.elancers.net\">www.elancers.net<\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Voc\u00ea pesquisa sobre um restaurante usando o Google e logo recebe uma mensagem no celular informando que, considerando o tr\u00e2nsito no momento, pode chegar ao tal restaurante em 15 minutos. 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