{"id":11813,"date":"2014-03-01T00:00:39","date_gmt":"2014-03-01T03:00:39","guid":{"rendered":"http:\/\/www.rhevistarh.com.br\/portal\/?p=11813"},"modified":"2014-02-27T22:51:27","modified_gmt":"2014-02-28T01:51:27","slug":"gestao-do-departamento-como-assim-por-gustavo-rocha","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.rhevistarh.com.br\/portal\/gestao-do-departamento-como-assim-por-gustavo-rocha\/","title":{"rendered":"Gest\u00e3o do departamento? Como assim?"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align: center;\"><a href=\"http:\/\/www.meurhnaweb.com.br\/\" target=\"_blank\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"aligncenter\" style=\"border: 0px;\" alt=\"\" src=\"http:\/\/www.rhevistarh.com.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2013\/08\/rhnydus.gif\" width=\"620\" height=\"82\" \/><\/a><\/p>\n<figure id=\"attachment_11814\" aria-describedby=\"caption-attachment-11814\" style=\"width: 150px\" class=\"wp-caption alignleft\"><a href=\"http:\/\/www.rhevistarh.com.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2014\/02\/gustavorocha1.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"size-full wp-image-11814\" alt=\"Gustavo Rocha\" src=\"http:\/\/www.rhevistarh.com.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2014\/02\/gustavorocha1.jpg\" width=\"150\" height=\"150\" \/><\/a><figcaption id=\"caption-attachment-11814\" class=\"wp-caption-text\">Gustavo Rocha<\/figcaption><\/figure>\n<p>Quando falamos na gest\u00e3o do departamento jur\u00eddico, alguns afirmam ter a f\u00f3rmula perfeita, outros dizem que n\u00e3o se preocupam, outros ainda buscam alternativas de conhecer mais o assunto.<\/p>\n<p>Vamos deixar claro que modelo perfeito n\u00e3o existe. O que existe s\u00e3o ferramentas mais ou menos adequadas a realidade de cada empresa, ent\u00e3o funcionam melhor numas do que em outras.<\/p>\n<p>Agora, algumas regras universais de gest\u00e3o nunca saem de moda.<\/p>\n<p>Hoje, pegando uma carona na reportagem da Exame.com, demonstraremos 9 tipos de gest\u00e3o que N\u00c3O FUNCIONAM MAIS.<\/p>\n<p>Confira:<\/p>\n<p><b><i>1 Ter avers\u00e3o a novas tecnologias<\/i><\/b><i><\/i><\/p>\n<p><i>Talvez esse seja o sinal mais \u00f3bvio de que o estilo de gest\u00e3o de uma pessoa pode estar rumando para uma queda livre. N\u00e3o d\u00e1 para ignorar as transforma\u00e7\u00f5es que o uso de dados e das redes sociais, por exemplo, provocaram na forma de gerenciar empresas e pessoas. De acordo com Fatima Motta, professora do curso de f\u00e9rias da ESPM, se um l\u00edder se coloca contra algum novo processo tecnol\u00f3gico, ou fica receoso, com medo, \u00e9 um sinal vermelho.<\/i><\/p>\n<p><i>\u00a0\u201dA gera\u00e7\u00e3o Y n\u00e3o suportaria trabalhar com um l\u00edder que n\u00e3o tem habilidades digitais\u201d, endossa Glaucy Bocci, l\u00edder da \u00e1rea de gest\u00e3o da consultoria Towers Watson.<\/i><\/p>\n<p><b><i>2 N\u00e3o buscar novos conhecimentos<\/i><\/b><i><\/i><\/p>\n<p><i>Este \u00e9 outro claro ind\u00edcio de que um chefe est\u00e1 ficando para tr\u00e1s. N\u00e3o buscar desenvolvimento, n\u00e3o estudar ou n\u00e3o fazer novos cursos \u00e9 caracter\u00edstica de quem \u00e9 acomodado\u00a0\u2014\u00a0ou, pior, que acha que sabe de tudo. \u201cUm l\u00edder nunca estar\u00e1 ultrapassado se estiver constantemente instatisfeito\u201d, afirma Fatima.<\/i><\/p>\n<p><b><i>3 N\u00e3o se preocupar com sustentabilidade<\/i><\/b><i><\/i><\/p>\n<p><i>Mais um sinal gritante. S\u00f3 mesmo n\u00e3o vivendo neste planeta para n\u00e3o dar aten\u00e7\u00e3o \u00e0s quest\u00f5es ambientais. \u201cO gestor que s\u00f3 olha para o benef\u00edcio imediato de suas a\u00e7\u00f5es, sem se preocupar com o quanto a decis\u00e3o que ele toma afeta a natureza ou o ambiente em que ele vive, seja no \u00e2mbito social, pol\u00edtico ou econ\u00f4mico; est\u00e1 completamente ultrapassado\u201d, \u00a0diz Fatima Motta.<\/i><\/p>\n<p><b><i>4 N\u00e3o gostar de dar e, muito menos, receber feedback<\/i><\/b><i><\/i><\/p>\n<p><i>Segundo a professora Fatima Motta, quem n\u00e3o gosta de receber feedback tem medo de mudan\u00e7a. \u201cEle (o chefe) n\u00e3o quer saber o que os outros pensam dele porque se sente confort\u00e1vel como est\u00e1. N\u00e3o aceita que precisa evoluir em seus comportamentos\u201d, afirma. E \u00e9 o mesmo medo de receber um retorno negativo que, muitas vezes, faz os chefes n\u00e3o quererem dar feedback aos seus subordinados.<\/i><\/p>\n<p><i>\u201cAntigamente, o l\u00edder falava e os outros n\u00e3o podiam ter rea\u00e7\u00e3o. Hoje, a no\u00e7\u00e3o de autoridade mudou, ent\u00e3o ao dar o feedback, \u00e9 preciso estar preparado para ouvir\u201d explica Anderson Sant\u2019Anna, coordenador do N\u00facleo de Desenvolvimento de Lideran\u00e7a da Funda\u00e7\u00e3o Dom Cabral.<\/i><\/p>\n<p><b><i>5 Ficar sempre na defensiva<\/i><\/b><i><\/i><\/p>\n<p><i>Sabe aquela pessoa que, ao ser apresentada a algum problema, tem sempre uma justificativa \u00a0\u2014\u00a0 e n\u00e3o uma solu\u00e7\u00e3o\u00a0\u2014\u00a0\u00a0na ponta da l\u00edngua? \u201c\u00c9 o chefe que, em uma reuni\u00e3o, se limita a apresentar o que ele j\u00e1 fez, como quem diz \u2018isso n\u00e3o \u00e9 comigo\u2019, em vez de falar o que ele pode fazer para ajudar\u201d, define Fatima.<\/i><\/p>\n<p><b><i>6 Estar preso \u00e0 hierarquia<\/i><\/b><i><\/i><\/p>\n<p><i>\u00c9 aquele chefe que acha que o seu subordinado deve cumprir uma tarefa s\u00f3 porque ele est\u00e1 mandando e, ao mesmo tempo, s\u00f3 faz o que o seus superiores pedem. \u201cEle se prende ao poder coercitivo da hierarquia, n\u00e3o \u00e9 positivo\u201d, diz Fatima.<\/i><\/p>\n<p><i>\u201cA lideran\u00e7a, hoje, precisa estar mais pr\u00f3xima das pessoas. Ao inv\u00e9s de tomar decis\u00e3o de cima para baixo, como no passado, o gestor precisa buscar trabalhar em times, gostar de brainstorms, de trocar informa\u00e7\u00f5es\u201d, diz Glaucy Bocci.<\/i><\/p>\n<p><b><i>7 N\u00e3o ter uma vis\u00e3o \u201cmulticultural\u201d<\/i><\/b><i><\/i><\/p>\n<p><i>N\u00e3o se trata de morar em outros pa\u00edses, mas de estar disposto a conhecer culturas diferentes e ampliar os conhecimentos. \u201cTamb\u00e9m n\u00e3o adianta ir para Nova York \u00a0e Miami fazer compras. Trata-se de conhecer, por exemplo, o deserto do Atacama e entender como aquele povo vive, de abrir a cabe\u00e7a para outras relidades\u201d, diz a professora Fatima Motta.<\/i><\/p>\n<p><i>\u00c9 preciso tamb\u00e9m ter a habilidade de atuar globalmente, de entender como outras culturas trabalham. \u201cHoje, a geografia n\u00e3o \u00e9 mais um empecilho. N\u00e3o \u00e9 preciso se deslocar. Com um clique, voc\u00ea vence as fronteiras do mapa mundi\u201d, concorda Glaucy Bocci.<\/i><\/p>\n<p><i>\u201cN\u00e3o se interessar por nada al\u00e9m dos neg\u00f3cios, como literatura ou m\u00fasica, tamb\u00e9m n\u00e3o \u00e9 saud\u00e1vel. S\u00e3o essas multifacetas que comp\u00f5em o modelo mental de um l\u00edder que agrega: que t\u00eam uma vis\u00e3o ampla de todas as quest\u00f5es, sejam art\u00edsticas, econ\u00f4micas, ou culturais\u201d, completa.<\/i><\/p>\n<p><b><i>8 Achar que os funcion\u00e1rios est\u00e3o \u201cdescomprometidos\u201d<\/i><\/b><i><\/i><\/p>\n<p><i>Aquele l\u00edder que sempre acha que a sua equipe est\u00e1 descomprometida, deve ficar atento. O problema, na verdade, pode estar com ele. \u201cAs pessoas sempre est\u00e3o comprometidas com alguma coisa. Talvez o l\u00edder n\u00e3o esteja conseguindo detectar qual \u00e9 o comprometimento que existe ali\u201d, diz Anderson Sant\u2019Anna.<\/i><\/p>\n<p><i>Segundo ele, pode acontecer de o gestor sustentar o imagin\u00e1rio de um modelo de funcion\u00e1rio que n\u00e3o exise mais: o que busca principalmente a seguran\u00e7a no emprego. \u201cHoje, mais do que isso, as pessoas querem ser reconhecidas, ter potencial de crescimento, se autodesenvolver, expressar suas opini\u00f5es\u201d, pondera.<\/i><\/p>\n<p><b><i>9 N\u00e3o ouvir a equipe<\/i><\/b><i><\/i><\/p>\n<p><i>O tempo do \u201cmanda quem pode, obedece quem tem ju\u00edzo\u201d est\u00e1 com os dias contados\u00a0\u2014\u00a0se \u00e9 que ainda n\u00e3o teve fim. \u201cHoje, o contexto maior \u00e9 de subjetividade, inova\u00e7\u00e3o, cria\u00e7\u00e3o, empreendedorismo. As pessoas querem se expor, se colocar. Mas o gestor \u00e0s vezes s\u00f3 pensa nos resultados e esquece que s\u00e3o as pessoas que geram os resultados\u201d, diz Anderson Sant\u2019Anna.<\/i><\/p>\n<p><i>Fonte:\u00a0<a href=\"http:\/\/exame.abril.com.br\/negocios\/noticias\/9-sinais-de-que-um-estilo-de-gestao-esta-ultrapassado?page=1\" target=\"_blank\">http:\/\/exame.abril.com.br\/negocios\/noticias\/9-sinais-de-que-um-estilo-de-gestao-esta-ultrapassado?page=1<\/a><\/i><\/p>\n<p>Destaco os seguintes itens:<\/p>\n<p><b><i>Ter avers\u00e3o a novas tecnologias<\/i><\/b><i>;<\/i><\/p>\n<p><b><i>N\u00e3o buscar novos conhecimentos;<\/i><\/b><i><\/i><\/p>\n<p><b><i>N\u00e3o gostar de dar e, muito menos, receber feedback<\/i><\/b><i>;<\/i><\/p>\n<p><b><i>Ficar sempre na defensiva;<\/i><\/b><i><\/i><\/p>\n<p><b><i>Achar que os funcion\u00e1rios est\u00e3o \u201cdescomprometidos\u201d<\/i><\/b><i>;<\/i><\/p>\n<p><b><i>N\u00e3o ouvir a equipe<\/i><\/b><i>;<\/i><\/p>\n<p>Se voc\u00ea ainda exerce algo assim, repense. Tudo muda e podem acabar mudando voc\u00ea.<\/p>\n<p>#Ficaadica<\/p>\n<p><strong>Sobre o autor:<\/strong><\/p>\n<p><strong>Gustavo Rocha:\u00a0<\/strong>Advogado P\u00f3s-Graduado em Direito Empresarial com mais de 10 anos de viv\u00eancia no \u00e2mbito jur\u00eddico. Atuou como gerente de escrit\u00f3rios de advocacia por mais de 4 anos. Experi\u00eancia nos estados do RS, SC, PR e SP. Presta exclusivamente consultoria nas \u00e1reas de gest\u00e3o, tecnologia e qualidade para escrit\u00f3rios de advocacia, mantendo sua OAB atualizada como ferramenta de luta nos interesses da classe junto a OAB e Tribunais, atrav\u00e9s das comiss\u00f5es da OAB. Possui publica\u00e7\u00e3o em livro pela OAB\/SC no livro OAB em Movimento, OAB editora, al\u00e9m de diversos artigos publicados em revistas e peri\u00f3dicos f\u00edsicos e eletr\u00f4nicos. Atua tamb\u00e9m como palestrante em diversos eventos nacionais e ministra treinamentos in company de gest\u00e3o e tecnologia.<\/p>\n<p><strong>site:\u00a0<\/strong><a href=\"http:\/\/www.gestao.adv.br\/\"><strong>www.gestao.adv.br<\/strong><\/a><\/p>\n<p><strong>e-mail:\u00a0<\/strong><strong><a href=\"mailto:gustavo@gestao.adv.br\">gustavo@gestao.adv.br<\/a><\/strong><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Quando falamos na gest\u00e3o do departamento jur\u00eddico, alguns afirmam ter a f\u00f3rmula perfeita, outros dizem que n\u00e3o se preocupam, outros ainda buscam alternativas de conhecer mais o assunto.<br \/>\nVamos deixar claro que modelo perfeito n\u00e3o existe. 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