{"id":1231,"date":"2010-06-27T12:04:14","date_gmt":"2010-06-27T15:04:14","guid":{"rendered":"http:\/\/www.rhevistarh.com.br\/portal\/?p=1231"},"modified":"2011-10-06T12:02:45","modified_gmt":"2011-10-06T15:02:45","slug":"trabalho-alienacao-e-sofrimento-mais-um-desafio-para-o-rh","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.rhevistarh.com.br\/portal\/trabalho-alienacao-e-sofrimento-mais-um-desafio-para-o-rh\/","title":{"rendered":"Trabalho, Aliena\u00e7\u00e3o e Sofrimento: Mais um Desafio para o RH."},"content":{"rendered":"<figure id=\"attachment_1305\" aria-describedby=\"caption-attachment-1305\" style=\"width: 150px\" class=\"wp-caption alignright\"><a href=\"http:\/\/www.rhevistarh.com.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2010\/08\/angeloperes4.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"size-full wp-image-1305\" title=\"angeloperes\" src=\"http:\/\/www.rhevistarh.com.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2010\/08\/angeloperes4.jpg\" alt=\"\u00c2ngelo Peres\" width=\"150\" height=\"150\" \/><\/a><figcaption id=\"caption-attachment-1305\" class=\"wp-caption-text\">\u00c2ngelo Peres<\/figcaption><\/figure>\n<p>Acreditava eu, h\u00e1 anos atr\u00e1s, que ser um profissional de RH com certo destaque e respeitado pelos colegas de trabalho, \u00e1reas-clientes, meu chefe etc, bastava, t\u00e3o-somente, entender (conhecer e\/ou dominar) os processos de RH.<\/p>\n<p>Hoje penso diferente. Penso que ser um profissional qualificado no RH h\u00e1 que se fazer algumas outras \u201cleituras corretas\u201d dos ambientes empresariais (interno e externo); h\u00e1 que se\u00a0 entender que cultura e valores de uma empresa tem que ser encarados com respeito e considera\u00e7\u00e3o, bem como o Homem deve ser \u201colhado\u201d como o bem mais precioso que temos na organiza\u00e7\u00e3o. Mormente nas organiza\u00e7\u00f5es do setor de servi\u00e7os.<\/p>\n<p>N\u00e3o bastasse isso, temos que entender, por fim, que trabalho (e as rela\u00e7\u00f5es de trabalho) das Eras Industrial e P\u00f3s-Industrial sofreram graves mudan\u00e7as em suas l\u00f3gicas; e que n\u00e3o seremos (jamais) bons profissionais de RH sem que entendamos de algumas quest\u00f5es \u201csutis\u201d, por\u00e9m, cruciais para o correto desempenho e\/ou o entendimento (m\u00ednimo) de pontos ligados ao trabalho, rela\u00e7\u00f5es de trabalho, rela\u00e7\u00f5es interpessoais etc.<\/p>\n<p>Um desses pontos \u00e9 a quest\u00e3o da aliena\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>O que \u00e9 isto?<\/p>\n<p>O que isto representa para o sucesso ou o fracasso das organiza\u00e7\u00f5es?<\/p>\n<p>O que \u00e9 trabalhador alienado? O que isso tem a ver com o RH?<\/p>\n<p>O artigo procura resumir isto: a aliena\u00e7\u00e3o (o que \u00e9) e o sofrimento que decorre desse processo perverso iniciado na Era Industrial e aprimorado na Era P\u00f3s-Industrial onde as rela\u00e7\u00f5es econ\u00f4micas sobrepujaram as rela\u00e7\u00f5es sociais e humanas. Ainda, este artigo procura \u2013 de forma muito rala \u2013 passar a percep\u00e7\u00e3o disto e os impactos ( catastr\u00f3ficos ) na gest\u00e3o de pessoas.\u00a0\u00a0<\/p>\n<p><strong><em>Trabalho e Aliena\u00e7\u00e3o.<\/em><\/strong><\/p>\n<p>Aliena\u00e7\u00e3o \u00e9, antes de tudo, \u201cuma forma de rela\u00e7\u00e3o entre os homens e, ao mesmo tempo, entre os homens e determinados objetos ou coisas que lhe s\u00e3o exteriores\u201d. Ainda, esta forma de rela\u00e7\u00e3o n\u00e3o \u00e9 natural ( Basbaum, 1977: 17).<\/p>\n<p>Este termo, originalmente, era usado pela Psiquiatria que designava uma forma de perturba\u00e7\u00e3o mental. Hegel utilizou o termo, a primeira vez, como \u201ca apropria\u00e7\u00e3o do homem pelo esp\u00edrito absoluto\u201d. Por\u00e9m, foi Marx, a partir de um dos seus manuscritos, que lhe deu um car\u00e1ter e um conte\u00fado econ\u00f4mico-social. Ou seja, \u201co homem n\u00e3o perde apenas a identidade de si mesmo (a consci\u00eancia de si) mas passa a pertencer ao objeto, \u00e0 coisa, ao outro\u201d. Por\u00e9m, ainda, segundo Marx, a aliena\u00e7\u00e3o n\u00e3o impede o prosseguimento das rela\u00e7\u00f5es que se estabelecem entre os homens e as coisas, ocultando uma aliena\u00e7\u00e3o real\u201d (idem, 17).<\/p>\n<p>Assim, aliena\u00e7\u00e3o \u00e9 a perda da consci\u00eancia de si, em virtude de uma situa\u00e7\u00e3o concreta.<\/p>\n<p>O processo de aliena\u00e7\u00e3o, segundo Marx, se realiza de dois modos: (i) ele assume uma forma aparentemente ativa: o homem tem que trabalhar e, como sabemos, no capitalismo trabalho \u00e9 uma mercadoria, como qualquer outra for\u00e7a de produ\u00e7\u00e3o. Dessa forma, o trabalho passa a ser a principal fonte de aliena\u00e7\u00e3o para o homem; e (ii) o homem \u00e9 educado para aceitar o trabalho como forma natural da exist\u00eancia social e n\u00e3o como uma forma alienante (idem, 18).<\/p>\n<p>Para ficar mais claro e para que entendamos o que isto tem a ver com o RH, temos que nos apropriar um pouco do que Braverman (1981) escreve. Segundo ele, trabalho \u00e9 uma atividade que altera o estado natural dos materiais para melhorar sua utilidade. Assim, \u201ca esp\u00e9cie humana partilha, com as demais, a atividade de atuar sobre a natureza de modo a transform\u00e1-la para melhor satisfazer suas necessidades\u201d (49).<\/p>\n<p>Ainda, segundo ele, \u201ctrabalho \u00e9 uma atividade proposital, orientado pela intelig\u00eancia e \u00e9 produto essencial da esp\u00e9cie humana\u201d e o \u201ctrabalho que ultrapassa a mera atividade instintiva \u00e9 assim a for\u00e7a que criou a esp\u00e9cie humana e a for\u00e7a pela qual a humanidade criou o mundo que conhecemos\u201d (idem: 49 e 52-53).<\/p>\n<p>Por\u00e9m, ainda segundo Braverman, o trabalhador faz um contrato de trabalho com o capitalista por conta que n\u00e3o lhe resta outra alternativa. Ou melhor, o empregador \u00e9 o possuidor de uma unidade de capital e, parte desta unidade \u00e9 oferecida ao trabalhador em forma de sal\u00e1rio. Desse modo, instaura-se a rela\u00e7\u00e3o (assim\u00e9trica e subserviente) entre capital <em>versus<\/em> trabalho. Ou, em \u00faltima inst\u00e2ncia, come\u00e7a a funcionar o processo de trabalho capitalista onde o trabalhador aliena-se do produto do seu trabalho (idem: 54-56).<\/p>\n<p>Dessa forma, embora trabalho seja (ou deveria ser) um processo de criar valores \u00fateis, torna-se, nessa rela\u00e7\u00e3o de esvaziamento (o rompimento do equil\u00edbrio entre <em>concep\u00e7\u00e3o e execu\u00e7\u00e3o<\/em>), processo de trabalho agora dominado pelos aspectos sociais que o capitalista introduziu. Ou seja, nessa nova rela\u00e7\u00e3o o trabalho deixa de ser for\u00e7a de trabalho e passa a ser mercadoria. Ou, dito de outra forma, o processo de trabalho tornou-se responsabilidade do capitalista e, como era j\u00e1 esperado, o controlador do processo. Assim, os homens e as mulheres t\u00eam suas capacidades, sonhos e <em>expertises<\/em> solapados e\/ou afogados pelas novas formas sociais impostas a partir desta nova l\u00f3gica (idem: 56-59).<\/p>\n<p>\u00c9 bom que se entenda, sem muito aprofundamento sobre este tema t\u00e3o complexo, que a l\u00f3gica do trabalho que conhecemos hoje \u00e9 fruto de uma mudan\u00e7a (total) nessa rela\u00e7\u00e3o. Ou seja, o homem primata trabalhava a fim de obter sua subsist\u00eancia e\/ou sobreviv\u00eancia. Por\u00e9m, este trabalho estava dentro de uma l\u00f3gica e dentro de princ\u00edpios organizativos que n\u00e3o preteriam o homem em favor de uma acumula\u00e7\u00e3o desenfreada e sem respeitar qualquer princ\u00edpio, moral, \u00e9tico, humano, ps\u00edquico etc .<\/p>\n<p><strong><em>A Era Industrial e os Processos de Aliena\u00e7\u00e3o e Sofrimento.<\/em><\/strong><\/p>\n<p>Assim, e continuando no caminho da reflex\u00e3o da aliena\u00e7\u00e3o e do sofrimento <em>vis a vis<\/em> a complexidade que \u00e9 a gest\u00e3o de pessoas, temos que apontar o marco inicial de tudo. O ponto hist\u00f3rico distinguidor: a Era Industrial.<\/p>\n<p>A Era Industrial \u00e9 uma era que possui muitos aspectos positivos, por\u00e9m, no aspecto trabalho e rela\u00e7\u00f5es de trabalho, \u00e9 um marco hist\u00f3rico indiscut\u00edvel.<\/p>\n<p>A Era Industrial n\u00e3o \u00e9 s\u00f3 a era da introdu\u00e7\u00e3o das m\u00e1quinas na produ\u00e7\u00e3o gerando novos resultados econ\u00f4mico-financeiros in\u00e9ditos. A Era Industrial \u00e9, tamb\u00e9m a era que inaugura, atrav\u00e9s de um pseudocientificismo, a mecaniza\u00e7\u00e3o do Homem.\u00a0<\/p>\n<p>\u00c9 na Era Industrial que, no limite, o homem ( o capitalista ) divide o trabalho de forma pormenorizada. Isto \u00e9, \u00e9 na Era Industrial que se destroem as ocupa\u00e7\u00f5es, na medida em que o trabalhador se dissocia do produto que produz. Dito de outra forma, \u00e9 na Era Industrial que se inaugura de forma clara a chamada divis\u00e3o pormenorizada do trabalho. E, dessa forma, torna o trabalhador inapto a acompanhar qualquer processo completo de produ\u00e7\u00e3o. Ou seja, se aliena.<\/p>\n<p>Assim, na Era Industrial, enquanto l\u00f3gica capitalista <em>taylorista-fordista<\/em>, divide o homem e, esta subdivis\u00e3o menospreza a capacidade humana e, no limite, \u00e9 um crime contra a pessoa e contra a humanidade (Braverman, 1981: 71-72).<\/p>\n<p>Sem muito alongar nesta reflex\u00e3o, a Era Industrial \u00e9 um momento separat\u00f3rio. \u00c9 um momento de sofrimento e separa\u00e7\u00e3o. Ou melhor, o trabalho deixa de ser um ponto de partida para a humaniza\u00e7\u00e3o do trabalhador, para se transformar em algo fantasmag\u00f3rico, degradante e aviltante. Neste momento o trabalho se transforma em <em>mercadoria<\/em> e o processo de trabalho se converte (somente) em fonte de subsist\u00eancia. O que deveria ser a forma humana de realiza\u00e7\u00e3o do indiv\u00edduo reduz-se a \u00fanica sa\u00edda de subsist\u00eancia. Desfigurado, o trabalho torna-se meio de vida (Antunes, 2006:124-126).<\/p>\n<p>O sofrimento come\u00e7a quando a rela\u00e7\u00e3o homem-organiza\u00e7\u00e3o do trabalho est\u00e1 bloqueada; quando o trabalhador usou o m\u00e1ximo de suas faculdades intelectuais, psicoafetivas, de aprendizagem e de adapta\u00e7\u00e3o. Quando o trabalhador usou de tudo de que dispunha de saber e de poder na organiza\u00e7\u00e3o do trabalho e quando ele n\u00e3o pode mais mudar de tarefa: isto \u00e9, quando foram esgotados os meios de defesa contra a exig\u00eancia f\u00edsica. N\u00e3o s\u00e3o tanto as exig\u00eancias mentais ou ps\u00edquicas do trabalho que fazem surgir o sofrimento (se bem que este fator seja evidentemente importante quanto \u00e0 impossibilidade de toda a evolu\u00e7\u00e3o em dire\u00e7\u00e3o ao seu al\u00edvio). A certeza de que o n\u00edvel atingido de insatisfa\u00e7\u00e3o n\u00e3o pode mais diminuir marca o come\u00e7o do sofrimento (Dejours, 2005: 52).\u00a0\u00a0\u00a0<\/p>\n<p>Como o trabalho deixa de ser o momento fundante do homem, na sociedade capitalista h\u00e1 a desrealiza\u00e7\u00e3o do ser social. Ou melhor, o resultado do processo de trabalho (o produto do trabalho) \u00e9 algo alheio, estranho etc. Dessa forma, o trabalhador s\u00f3 se sente livre, fora do trabalho. \u201cSente-se em casa quando n\u00e3o trabalha e quando trabalha n\u00e3o se sente em casa\u201d, sofre. O seu trabalho n\u00e3o \u00e9 volunt\u00e1rio. \u00c9 compuls\u00f3rio e for\u00e7ado. O trabalho deixa de ser uma fonte de vida e prazer e passa a ser \u2013 apenas \u2013 uma fonte de para satisfazer suas necessidades. O v\u00ednculo social entre as pessoas se transforma em rela\u00e7\u00e3o social entre coisas. O trabalho, como dito acima, passa a ter a finalidade \u00fanica e exclusiva de gerar valor de uso sem, contudo, para o trabalhador, \u00e9 completamente indiferente o tipo de valor de uso produzido (Antunes, 2006: 126-127).<\/p>\n<p>O trabalho, agora, fragmentado, leva a atividade produtiva a um isolamento capitalista que faz com que homens sejam atomizados e, em lugar de sua consci\u00eancia social de antes, t\u00eam-se o culto da privacidade, a idealiza\u00e7\u00e3o do indiv\u00edduo e o indiv\u00edduo \u00e9 tratado abstratamente (idem: 127-129).<\/p>\n<p><strong><em>Trabalho, Rela\u00e7\u00f5es de Trabalho e a Moderna Gest\u00e3o de Pessoas.<\/em><\/strong><\/p>\n<p>Na verdade n\u00f3s, gestores de RH, precisamos melhor compreender que n\u00e3o s\u00e3o s\u00f3 os processos de RH que nos distinguem \u00e0 frente dessa \u00e1rea t\u00e3o importante e t\u00e3o contestada.<\/p>\n<p>Isto, na verdade, como dito acima, \u00e9 o mais f\u00e1cil deste trabalho \u00e1 frente da \u00e1rea de RH.<\/p>\n<p>Ser bom em recrutar e selecionar pessoas \u00e9 relativamente f\u00e1cil; ou, conseguir montar (ou adquirir no mercado) bons programas de treinamento e desenvolvimento, tamb\u00e9m, n\u00e3o \u00e9 tarefa divinat\u00f3ria ou imposs\u00edvel.<\/p>\n<p>Agora, compreender a organiza\u00e7\u00e3o, atender suas necessidades (expl\u00edcitas ou n\u00e3o) dos recursos humanos (ou melhor, das pessoas), bem como trabalhar de forma pr\u00f3-ativa, isto sim \u00e9 gerir RH.<\/p>\n<p>Gerir RH, como qualquer outra \u00e1rea, requer <em>expertise<\/em>. Ou melhor, o verdadeiro papel do profissional de RH \u00e9 este: \u201cescutar\u201d a organiza\u00e7\u00e3o e entender o que est\u00e1 \u201cescutando\u201d. Isto sim \u00e9 o papel, verdadeiro e m\u00e1gico, do profissional de RH.<\/p>\n<p>Os gestores de RH t\u00eam que ter a consci\u00eancia que gerir pessoas n\u00e3o \u00e9 s\u00f3 \u201ccuidar\u201d de t\u00e9cnicas, m\u00e9todos e instrumentos racionais de trabalho e de controle. Gerir pessoas \u00e9 entender que o homem \u00e9 um ser dotado de desejos, puls\u00e3o, expectativas, tem alma e se comunica por meio de palavras e comportamentos (Peres, 2006).<\/p>\n<p>Gerir pessoas \u00e9, no limite, entender que o homem \u00e9 dotado de vida interior e experi\u00eancias atrav\u00e9s de sua vida social, religiosa e ps\u00edquica, entre outras, bem como \u00e9 o resultado de \u201cmarcas\u201d singulares em sua forma\u00e7\u00e3o criando cren\u00e7as e valores compartilhados na dimens\u00e3o cultural que v\u00e3o construir a experi\u00eancia hist\u00f3rica coletiva dos grupos organizacionais (Peres, 2006).<\/p>\n<p><strong><em>\u00a0<\/em><\/strong><\/p>\n<p><strong><em>Refer\u00eancias Bibliogr\u00e1ficas:<\/em><\/strong><\/p>\n<p>ANTUNES, Ricardo. Adeus ao Trabalho? 11\u00aa Edi\u00e7\u00e3o. S\u00e3o Paulo: Editora Cortez, 2006.<\/p>\n<p>BASBAUM, Le\u00f4ncio. Aliena\u00e7\u00e3o e Humanismo. S\u00e3o Paulo: Edi\u00e7\u00f5es S\u00edmbolo, 1977.<\/p>\n<p>BRAVERMAN, Harry. Trabalho e Capital Monopolista: A degrada\u00e7\u00e3o do trabalho no s\u00e9culo XX. 3\u00aa Edi\u00e7\u00e3o. Rio de Janeiro: Editora Jorge Zahar Editores, 1981.<\/p>\n<p>DEJOUR, Christophe. A Loucura do Trabalho. 5\u00aa Edi\u00e7\u00e3o. S\u00e3o Paulo: Editora Cortez, 2005.<\/p>\n<p>PERES, Angelo. Gest\u00e3o de Pessoas e Subjetividade. Visitado em <a href=\"http:\/\/www.internativa.com.br\/\">www.internativa.com.br<\/a>. Acesso em 25 de fevereiro de 2007.<\/p>\n<p><strong>\u00a0<\/strong><\/p>\n<p><strong><span style=\"text-decoration: underline;\">Sobre o autor:<\/span><\/strong><\/p>\n<p><strong>Angelo Peres <\/strong>\u00e9 Mestre em Economia, P\u00f3s-graduado em Recursos Humanos, Marketing e Gest\u00e3o Estrat\u00e9gica, Doutorando em Educa\u00e7\u00e3o pela Universidade cat\u00f3lica de santa f\u00e9 \/ Argentina. Professor do Centro Universit\u00e1rio Celso Lisboa (UCL). Coordenador acad\u00eamico dos programas de p\u00f3s-gradua\u00e7\u00e3o em Gest\u00e3o de Pessoas e Gest\u00e3o estrat\u00e9gica, do UCL, Palestrante e instrutor em programas de treinamento; S\u00f3cio-Gerente da P&amp;P Consultores Associados.<\/p>\n<p><strong>e-mail: <\/strong><a href=\"mailto:ppconsul@unisys.com.br\"><strong>ppconsul@unisys.com.br<\/strong><\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Acreditava eu, h\u00e1 anos atr\u00e1s, que ser um profissional de RH com certo destaque e respeitado pelos colegas de trabalho, \u00e1reas-clientes, meu chefe etc, bastava, t\u00e3o-somente, entender (conhecer e\/ou dominar) os processos de RH.<br \/>\nHoje penso diferente.<\/p>\n","protected":false},"author":8,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[845,275],"tags":[234,2746,311,323],"table_tags":[],"class_list":["post-1231","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-angelo-peres","category-manter-pessoas","tag-clima-e-cultura-organizacional","tag-motivacao","tag-saude","tag-trabalho","no-post-thumbnail","entry"],"aioseo_notices":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.rhevistarh.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/1231","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.rhevistarh.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.rhevistarh.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.rhevistarh.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/users\/8"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.rhevistarh.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=1231"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/www.rhevistarh.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/1231\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.rhevistarh.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=1231"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.rhevistarh.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=1231"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.rhevistarh.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=1231"},{"taxonomy":"table_tags","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.rhevistarh.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/table_tags?post=1231"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}