{"id":13414,"date":"2015-07-01T00:00:51","date_gmt":"2015-07-01T03:00:51","guid":{"rendered":"http:\/\/www.rhevistarh.com.br\/portal\/?p=13414"},"modified":"2015-06-30T21:20:11","modified_gmt":"2015-07-01T00:20:11","slug":"como-anda-o-seu-foco","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.rhevistarh.com.br\/portal\/como-anda-o-seu-foco\/","title":{"rendered":"Como Anda o Seu Foco?"},"content":{"rendered":"<figure id=\"attachment_13370\" aria-describedby=\"caption-attachment-13370\" style=\"width: 150px\" class=\"wp-caption alignleft\"><a href=\"http:\/\/www.rhevistarh.com.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2015\/05\/eduardozugaib.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"size-full wp-image-13370\" src=\"http:\/\/www.rhevistarh.com.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2015\/05\/eduardozugaib.jpg\" alt=\"Eduardo Zugaib\" width=\"150\" height=\"150\" srcset=\"https:\/\/www.rhevistarh.com.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2015\/05\/eduardozugaib.jpg 150w, https:\/\/www.rhevistarh.com.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2015\/05\/eduardozugaib-100x100.jpg 100w, https:\/\/www.rhevistarh.com.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2015\/05\/eduardozugaib-42x42.jpg 42w\" sizes=\"auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px\" \/><\/a><figcaption id=\"caption-attachment-13370\" class=\"wp-caption-text\">Eduardo Zugaib<\/figcaption><\/figure>\n<p style=\"text-align: right;\"><em>Definir foco \u00e9 um dos principais fatores de sucesso na trajet\u00f3ria de profissionais e empresas. Saber onde se quer chegar,\u00a0 com a consci\u00eancia daquilo que sabe fazer de melhor, otimiza tempo, esfor\u00e7o e dinheiro.<\/em><\/p>\n<p style=\"text-align: right;\"><strong><em><span style=\"font-family: Tahoma; font-size: small;\">Eduardo Zugaib<\/span><\/em><\/strong><\/p>\n<p>Um milh\u00e3o vezes zero \u00e9 zero. A sabedoria dessa afirma\u00e7\u00e3o vale uma prosa aprofundada, sempre na busca das conclus\u00f5es simples, aquelas que mais nos ensinam. E o recado desse pouquinho \u00e9 simples: n\u00e3o empenhe intensidade onde a possibilidade de resultado n\u00e3o existe.<\/p>\n<p>Isso implica em avaliar continuamente cada uma de nossas atividades e rela\u00e7\u00f5es, percebendo quais valem a pena manter e aperfei\u00e7oar, quais podem frutificar com um pouco mais de dedica\u00e7\u00e3o e, principalmente, quais s\u00e3o aquelas que tentamos fazer germinar em terreno insalubre. Vez ou outra \u00e9 preciso parar, avaliar tudo aquilo que ocupa nosso tempo \u2013 especialmente quando ele come\u00e7a a faltar \u2013 identificando onde est\u00e1 havendo dispers\u00e3o.<\/p>\n<p>Stephen Covey, autor do livro \u201cOs 7 H\u00e1bitos das Pessoas Altamente Eficazes\u201d, nos brindou com uma matriz do tempo que divide nossas a\u00e7\u00f5es e atividades em quatro grandes grupos:<\/p>\n<p>\u2022 Importantes e Urgentes<\/p>\n<p>\u2022 Importantes e N\u00e3o Urgentes<\/p>\n<p>\u2022 N\u00e3o Importantes e Urgentes<\/p>\n<p>\u2022 N\u00e3o Importantes e N\u00e3o Urgentes<\/p>\n<p>Quatro grupos ocupando 100% do nosso tempo e energia. Num racioc\u00ednio r\u00e1pido \u2013 a famosa \u201cconta de padaria\u201d \u2013 podemos dizer que cada grupo ocupa 1\/4 da nossa vida. Um deles \u00e9 formado por atividades que n\u00e3o fazem a menor diferen\u00e7a e s\u00f3 geram dispers\u00e3o: o grupo N\u00e3o Importante e N\u00e3o Urgente. Pense bem: eliminando esse grupo, recuperamos 25% do tempo, aquele mesmo tempo que, vez ou outra, percebemos estar faltando. Atacamos a dispers\u00e3o na raiz.<\/p>\n<p>A sugest\u00e3o de buscar evitar a dispers\u00e3o, nem que seja um pouquinho por dia, tamb\u00e9m \u00e9 v\u00e1lida para o nosso desenvolvimento profissional e nossa carreira, que se tornam muito mais acertados quando trabalhamos sobre os nossos pontos fortes, sobre nossas verdadeiras voca\u00e7\u00f5es. Logo, conhecer-se pra valer, n\u00e3o s\u00f3 a partir de uma autoavalia\u00e7\u00e3o, mas tamb\u00e9m contando com pessoas que gostem da gente e que possam emitir opini\u00f5es sinceras a respeito dos nossos pontos fortes, \u00e9 um movimento mais que necess\u00e1rio quando se busca a felicidade, a realiza\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Desde pequeno, intuitivamente, sempre ficou evidente que minha maior voca\u00e7\u00e3o, que a \u00e1rea onde me sentia em \u201ccasa\u201d, era a \u00e1rea de Humanas. Na adolesc\u00eancia, por\u00e9m, o peso da opini\u00e3o familiar acabou me direcionando para uma forma\u00e7\u00e3o t\u00e9cnica na \u00e1rea de Exatas.<\/p>\n<p>Sinta o drama: algu\u00e9m que interpretava o mundo atrav\u00e9s da palavra tentando sobreviver no universo dos n\u00fameros. \u00c9 como um aluno que tive. Quando questionei o garoto sobre qual carreira ele seguiria, ele me disse que, mesmo odiando ver sangue e sem muita paci\u00eancia com pessoas, pretendia estudar enfermagem porque o pai havia dito que aquela \u00e1rea era a que \u201cdava emprego\u201d. Pois \u00e9.<\/p>\n<p>Confesso que, no dia em que ouvi essa resposta, j\u00e1 mais adulto e calejado, foi imposs\u00edvel n\u00e3o me identificar com ele, quando tinha a mesma idade: perdido, confuso, com uma voca\u00e7\u00e3o chamando-me para um lado e o mundo levando-me para outro. Nadando contra uma forte correnteza e, por isso, cansado e tendo como \u00fanica perspectiva seguir o caminho sugerido para mim. Enquanto eu n\u00e3o decidisse e n\u00e3o sustentasse pra valer a minha decis\u00e3o, sem \u201cviajar na maionese\u201d, algu\u00e9m decidiria tudo por mim. Afinal, qualquer \u201ceu acho que quero ser\u2026\u201d seria considerado um del\u00edrio hormonal adolescente, daqueles que fazem uma parcela consider\u00e1vel de quem passa por essa fase da vida acreditar que tem grandes chances como cantor, ator ou modelo, por pura influ\u00eancia da m\u00eddia. Mesmo n\u00e3o sabendo cantar, n\u00e3o sabendo atuar, n\u00e3o tendo a menor fotogenia e tampouco algum traquejo em desfilar.<\/p>\n<p>Tudo bem, a adolesc\u00eancia \u00e9 pra isso mesmo. E o que percebemos \u00e9 que, aqueles que realmente t\u00eam alguma voca\u00e7\u00e3o para essas atividades que falamos \u2013 cantar, atuar e ser modelo \u2013 quando a percebem e tratam de investir tempo e dedica\u00e7\u00e3o a elas, ampliam as possibilidades dos resultados, deixando a turma do embalo comendo poeira. O m\u00fasico profissional de hoje certamente sentiu um calor no peito, ao dedilhar um viol\u00e3o surrado no intervalo do col\u00e9gio, bem diferente daqueles que compraram um viol\u00e3o novinho e o encostaram em menos de 2 meses. Quando o assunto \u00e9 voca\u00e7\u00e3o, \u00e9 fundamental que nos apaixonemos pela causa, n\u00e3o pelo efeito.<\/p>\n<p>Efeito \u00e9\u2026 efeito! \u00c9 consequ\u00eancia: ganhar dinheiro, ser reconhecido, aceito e admirado pelo grupo. Quando focamos apenas no efeito, n\u00e3o raro ficamos pulando de galho em galho, iniciando uma s\u00e9rie de atividades, de \u201cneg\u00f3cios do s\u00e9culo\u201d, dos quais abrimos m\u00e3o rapidamente porque n\u00e3o procuramos compreender ou vivenciar a causa, que \u00e9 uma s\u00f3, independente da \u00e1rea em que se atue: a dedica\u00e7\u00e3o que empreendemos quando nos sentimos fazendo aquilo que gostamos, que nos realiza enquanto pessoas criativas e produtivas, que nos faz perder a no\u00e7\u00e3o do tempo.<\/p>\n<p>Portanto, definir foco \u00e9 um dos principais fatores de sucesso na trajet\u00f3ria de profissionais e empresas. Saber onde se quer chegar, com a consci\u00eancia daquilo que sabe fazer de melhor, otimiza tempo, esfor\u00e7o e dinheiro.<\/p>\n<p>Assim, a frase que abre esse texto, \u201cum milh\u00e3o vezes zero \u00e9 zero\u201d, traduz-se nas a\u00e7\u00f5es em que investimos esfor\u00e7o, energia e tempo focados apenas no efeito. E que, quando sa\u00edmos, acabamos nos percebendo menores do que quando entramos. N\u00e3o sobra muita coisa, pois o resultado \u00e9\u2026 zero! Exatamente o resultado da minha carreira em Exatas, que se transformou numa grande tortura.<\/p>\n<p><strong>Sobre o autor:<\/strong><\/p>\n<p><strong>Eduardo Zugaib:<\/strong>\u00a0\u00e9 escritor, profissional de comunica\u00e7\u00e3o e marketing, professor de p\u00f3s gradua\u00e7\u00e3o, palestrante motivacional e comportamental. Ministra treinamento nas \u00e1reas de Desenvolvimento Humano e Performance Organizacional.<\/p>\n<p><strong>site:\u00a0<a href=\"http:\/\/www.eduardozugaib.com.br\/\" target=\"_blank\">www.eduardozugaib.com.br<\/a><\/strong><\/p>\n<p><strong>e-mail:<\/strong>\u00a0<strong><a href=\"mailto:falecom@eduardozugaib.com.br\" target=\"_blank\">falecom@eduardozugaib.com.br<\/a><\/strong><\/p>\n<p><a href=\"http:\/\/www.meurhnaweb.com.br\/\" target=\"_blank\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"aligncenter wp-image-12855 size-full\" src=\"http:\/\/www.rhevistarh.com.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2014\/11\/rhnydus1.gif\" alt=\"rhnydus\" width=\"620\" height=\"82\" \/><\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Um milh\u00e3o vezes zero \u00e9 zero. A sabedoria dessa afirma\u00e7\u00e3o vale uma prosa aprofundada, sempre na busca das conclus\u00f5es simples, aquelas que mais nos ensinam. E o recado desse pouquinho \u00e9 simples: n\u00e3o empenhe intensidade onde a possibilidade de resultado n\u00e3o existe.<\/p>\n","protected":false},"author":8,"featured_media":13370,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[1330],"tags":[648],"table_tags":[],"class_list":["post-13414","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-eduardo-zugaib","tag-foco","entry"],"aioseo_notices":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.rhevistarh.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/13414","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.rhevistarh.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.rhevistarh.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.rhevistarh.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/users\/8"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.rhevistarh.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=13414"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/www.rhevistarh.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/13414\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.rhevistarh.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/media\/13370"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.rhevistarh.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=13414"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.rhevistarh.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=13414"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.rhevistarh.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=13414"},{"taxonomy":"table_tags","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.rhevistarh.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/table_tags?post=13414"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}