{"id":13689,"date":"2015-10-01T00:00:02","date_gmt":"2015-10-01T03:00:02","guid":{"rendered":"http:\/\/www.rhevistarh.com.br\/portal\/?p=13689"},"modified":"2015-09-30T21:50:18","modified_gmt":"2015-10-01T00:50:18","slug":"mudanca-a-principal-arma-contra-a-crise","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.rhevistarh.com.br\/portal\/mudanca-a-principal-arma-contra-a-crise\/","title":{"rendered":"Mudan\u00e7a: a principal arma contra a crise"},"content":{"rendered":"<figure id=\"attachment_13370\" aria-describedby=\"caption-attachment-13370\" style=\"width: 150px\" class=\"wp-caption alignright\"><a href=\"http:\/\/www.rhevistarh.com.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2015\/05\/eduardozugaib.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"size-full wp-image-13370\" src=\"http:\/\/www.rhevistarh.com.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2015\/05\/eduardozugaib.jpg\" alt=\"Eduardo Zugaib\" width=\"150\" height=\"150\" srcset=\"https:\/\/www.rhevistarh.com.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2015\/05\/eduardozugaib.jpg 150w, https:\/\/www.rhevistarh.com.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2015\/05\/eduardozugaib-100x100.jpg 100w, https:\/\/www.rhevistarh.com.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2015\/05\/eduardozugaib-42x42.jpg 42w\" sizes=\"auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px\" \/><\/a><figcaption id=\"caption-attachment-13370\" class=\"wp-caption-text\">Eduardo Zugaib<\/figcaption><\/figure>\n<p>&#8220;Voc\u00ea sabe que a mar\u00e9 n\u00e3o est\u00e1 moleza, n\u00e3o&#8230; e quem n\u00e3o fica dormindo de touca j\u00e1 sabe da situa\u00e7\u00e3o. Eu sei que d\u00f3i no cora\u00e7\u00e3o, falar do jeito que falei&#8230; dizer que o pior aconteceu&#8230; pode guardar as panelas que hoje o dinheiro n\u00e3o deu&#8230;\u201d.<\/p>\n<p>No momento em que escrevo esse texto, estamos todos tentando digerir a grande crise que assola nosso pa\u00eds. Curiosamente, os versos que abrem este texto &#8211; o refr\u00e3o de um dos eternos sambas do brasileiro Paulinho da Viola \u2013 j\u00e1 t\u00eam mais de 30 anos. O curioso aqui \u00e9 \u00f3bvio: ele tamb\u00e9m fala sobre a crise no Brasil. E serve para lembrar-nos que, em todos os momentos da nossa hist\u00f3ria pessoal ou da hist\u00f3ria do nosso mundo, mesmo naquele em que tudo possu\u00eda uma aparente estabilidade, sempre estivemos digerindo uma ou v\u00e1rias crises, nos mais diversos ambientes: pol\u00edtico, econ\u00f4mico, ambiental e por a\u00ed vai.<\/p>\n<p>Hoje, exatamente hoje, enquanto voc\u00ea l\u00ea esse texto, h\u00e1 um mundo que est\u00e1 acabando e um mundo novo que est\u00e1 surgindo. Ontem foi assim tamb\u00e9m. Amanh\u00e3 tamb\u00e9m ser\u00e1 assim. Independente dos dias que j\u00e1 vivemos, sempre estivemos no ponto em que havia um mundo acabando e outro mundo come\u00e7ando. Quando o homem descobriu o fogo, a roda, inventou a p\u00f3lvora, empreendeu navega\u00e7\u00f5es em busca de novas terras, inventou vacinas, iniciou guerras, enfrentou cat\u00e1strofes&#8230; Tanto em fatos mais significativos como esses, como tamb\u00e9m naqueles mais cotidianos, a humanidade sempre esteve no exato momento em que um mundo velho acabava e um mundo novo iniciava.<\/p>\n<p>Saindo do plano macro para o pessoal, voc\u00ea se lembra de algum fato negativo que tenha acontecido j\u00e1 h\u00e1 alguns anos com voc\u00ea e que tenha resultado em uma crise? Pode ser um fato pessoal, como a perda de um familiar querido, ou profissional, como uma demiss\u00e3o inesperada ou a evapora\u00e7\u00e3o da empresa em que trabalhava e apostava todas as suas fichas e pretens\u00f5es. Responda a si mesmo, com sinceridade: ao longo dos anos, depois da digest\u00e3o do fato em si, voc\u00ea se tornou mais forte ou mais fraco? A probabilidade de ter ficado mais forte \u00e9 maior. \u00c9 ela que demonstra o real significado de crise: a mudan\u00e7a. Mudan\u00e7a que \u00e9 a \u00fanica certeza da vida, depois \u201cdaquela outra\u201d que todo mundo j\u00e1 sabe. E quando a mudan\u00e7a chega, as alternativas que nos restam s\u00e3o poucas, duas apenas: ser v\u00edtima e deixar-se levar pela onda, ou ser um protagonista, entendendo a mudan\u00e7a e promovendo transforma\u00e7\u00f5es e novos conhecimentos a partir dela.<\/p>\n<p>Diante do desemprego, um dos grandes fantasmas que nos assombram, provocado pela imin\u00eancia de uma crise que pode tanto estar acontecendo no plano macro do mundo, como num plano menor, que \u00e9 o da empresa ou num plano micro, que \u00e9 o da nossa vida pessoal. Frente a ele, quais s\u00e3o as alternativas? De repente, num dia qualquer, voc\u00ea \u00e9 chamado pelo seu chefe e \u201cLamento, mas voc\u00ea est\u00e1&#8230; demitido!\u201d.<\/p>\n<p>Quais s\u00e3o as alternativas? Sentar e chorar, esperando algu\u00e9m ter pena de voc\u00ea? Ou despertar um esp\u00edrito empreendedor, tratar logo de se melhorar, de buscar oportunidades, ciente de que certos erros e comportamentos antigos dever\u00e3o ser abolidos pra sempre da nossa vida, mesmo ciente do risco disso n\u00e3o dar em nada?<\/p>\n<p>Imagine que duas pessoas levem um p\u00e9 no traseiro ao mesmo tempo. Que elas sejam demitidas no mesmo dia, da mesma empresa, numa situa\u00e7\u00e3o que n\u00e3o possui nada de incomum. Enquanto uma delas opta por ficar em casa, se vitimizando, excomungando o ex-chefe, resmungando e enchendo a paci\u00eancia de toda a fam\u00edlia, a outra acorda cedo j\u00e1 no dia seguinte, lava o rosto, respira fundo, veste sua melhor roupa, estampa na face o seu melhor sorriso e trata logo de procurar um novo trabalho. Qual delas est\u00e1 mais apta a perceber uma oportunidade, por menor que ela seja?<\/p>\n<p>Que tal mudar um pouco de lado no balc\u00e3o? Imagine que voc\u00ea \u00e9 o empres\u00e1rio ou profissional encarregado das entrevistas com futuros colaboradores. Qual destas pessoas voc\u00ea contrataria? A que guarda as panelas ou a que as deixa expostas, limpas, areadas e brilhando?<\/p>\n<p><em>\u201cOs homens s\u00e3o como tapetes. \u00c0s vezes precisam ser sacudidos\u201d &#8211; Prov\u00e9rbio \u00c1rabe<\/em><\/p>\n<p><strong>Sobre o autor:<\/strong><\/p>\n<p><strong>Eduardo Zugaib:<\/strong>\u00a0\u00e9 escritor, profissional de comunica\u00e7\u00e3o e marketing, professor de p\u00f3s gradua\u00e7\u00e3o, palestrante motivacional e comportamental. Ministra treinamento nas \u00e1reas de Desenvolvimento Humano e Performance Organizacional.<\/p>\n<p><strong>site:\u00a0<a href=\"http:\/\/www.eduardozugaib.com.br\/\" target=\"_blank\">www.eduardozugaib.com.br<\/a><\/strong><\/p>\n<p><strong>e-mail:<\/strong>\u00a0<strong><a href=\"mailto:falecom@eduardozugaib.com.br\" target=\"_blank\">falecom@eduardozugaib.com.br<\/a><\/strong><\/p>\n<p><a href=\"http:\/\/www.meurhnaweb.com.br\/\" target=\"_blank\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"aligncenter wp-image-12855 size-full\" src=\"http:\/\/i0.wp.com\/www.rhevistarh.com.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2014\/11\/rhnydus1.gif?resize=620%2C82\" alt=\"rhnydus\" width=\"620\" height=\"82\" \/><\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>&#8220;Voc\u00ea sabe que a mar\u00e9 n\u00e3o est\u00e1 moleza, n\u00e3o&#8230; e quem n\u00e3o fica dormindo de touca j\u00e1 sabe da situa\u00e7\u00e3o. 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