{"id":14467,"date":"2016-08-01T00:01:06","date_gmt":"2016-08-01T03:01:06","guid":{"rendered":"http:\/\/www.rhevistarh.com.br\/portal\/?p=14467"},"modified":"2016-07-31T22:50:26","modified_gmt":"2016-08-01T01:50:26","slug":"errar-e-humano-mas-cuidado-para-nao-permanecer-no-erro","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.rhevistarh.com.br\/portal\/errar-e-humano-mas-cuidado-para-nao-permanecer-no-erro\/","title":{"rendered":"Errar \u00e9 humano, mas cuidado para n\u00e3o permanecer no erro!"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align: justify;\"><a href=\"http:\/\/abf.srv.br\/\" target=\"_blank\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"aligncenter wp-image-14441\" src=\"http:\/\/www.rhevistarh.com.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2016\/08\/esocialcoaching.png\" alt=\"esocialcoaching\" width=\"465\" height=\"60\" srcset=\"https:\/\/www.rhevistarh.com.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2016\/08\/esocialcoaching.png 620w, https:\/\/www.rhevistarh.com.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2016\/08\/esocialcoaching-300x39.png 300w\" sizes=\"auto, (max-width: 465px) 100vw, 465px\" \/><\/a><br \/>\n<a href=\"http:\/\/www.rhevistarh.com.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2015\/09\/marins_1.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\" size-full wp-image-13570 alignleft\" src=\"http:\/\/www.rhevistarh.com.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2015\/09\/marins_1.jpg\" alt=\"marins_1\" width=\"150\" height=\"175\" \/><\/a>Esta frase em latim &#8211; <em>Errare humanum est, perseverare autem diabolicum &#8211;\u00a0<\/em><em>\u201cErrar \u00e9 humano, permanecer no erro \u00e9 diab\u00f3lico\u201d &#8211; <\/em>atribu\u00edda a Santo Agostinho, \u00e9 um axioma filos\u00f3fico com o qual tentamos mitigar uma falha, um erro, ou mesmo uma queda moral na sua primeira parte &#8211; <em>errar \u00e9 humano<\/em>. J\u00e1 a segunda parte &#8211; <em>permanecer no erro \u00e9 diab\u00f3lico &#8211; <\/em>nos afirma que a aceita\u00e7\u00e3o da fraqueza humana n\u00e3o deve justificar a continuidade do erro.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Em meu livro \u201c<em>S\u00f3 n\u00e3o erra, quem n\u00e3o faz<\/em>\u201d afirmo que o erro honesto, em busca do acerto, fruto da criatividade e da busca da inova\u00e7\u00e3o \u00e9 a base da ci\u00eancia e do conhecimento e n\u00e3o podemos viver paralisados pelo medo de errar. A verdade \u00e9 cristalina: todos n\u00f3s cometemos erros e n\u00e3o devemos ser condenados pelo fato de errarmos.\u00a0 Por\u00e9m permanecer no erro, de forma deliberada, deve ser totalmente condenado.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Escrevo sobre este tema porque essa antiga sabedoria tem sido esquecida por pessoas e empresas. \u00c9 comum vermos a continuada nega\u00e7\u00e3o do erro por aqueles que erraram e, mais ainda, o v\u00edcio de perseverar no erro agravando ainda mais os danos que o erro causou. E, o mais grave \u00e9 que al\u00e9m de permanecer no erro, essas pessoas e empresas, se valem de mentiras, meias-verdades e dissimula\u00e7\u00f5es prejudicando de forma ainda mais grave suas v\u00edtimas.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Nada \u00e9 mais edificante para um ser humano do que pedir desculpas e agir prontamente para reparar, sempre que poss\u00edvel, qualquer erro que tenha cometido, mesmo voluntariamente, e do qual sempre ter\u00e1 o direito de se arrepender. Se errar \u00e9 humano, reconhecer o erro \u00e9 altamente virtuoso e merit\u00f3rio e mostra dignidade e coragem da parte de quem errou.\u00a0 Essa humildade libertadora e edificante s\u00f3 far\u00e1 melhorar a imagem de quem reconhece ter cometido um deslize e poder\u00e1 trazer a compreens\u00e3o e mesmo a compaix\u00e3o, at\u00e9 mesmo daquelas que tenham sido vitimadas pelo erro.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Assim, temos que lembrar que s\u00f3 n\u00e3o erra que n\u00e3o faz, mas, ao errarmos temos que reconhecer nossos erros, pedir desculpas, reparar as v\u00edtimas e jamais permanecer no erro mas antes aprender com eles para errarmos cada vez menos.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Pense nisso. Sucesso!<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Sobre o autor:<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Prof. Luiz Marins: Antrop\u00f3logo, professor e consultor de empresas no Brasil e no exterior, o Prof. Marins tem 25 livros (tamb\u00e9m dispon\u00edvel em v\u00e1rios pa\u00edses da Am\u00e9rica Latina e Europa) e mais de 300 v\u00eddeos e DVDs publicados; Empres\u00e1rio de sucesso nos ramos de agroneg\u00f3cio, educa\u00e7\u00e3o, comunica\u00e7\u00e3o e marketing. Seus programas de televis\u00e3o est\u00e3o entre os l\u00edderes de audi\u00eancia no Brasil. Segundo a imprensa especializada e consultorias, o Prof. Marins est\u00e1 entre os mais requisitados palestrantes do pa\u00eds.<\/p>\n<p><strong>site:<\/strong> <a href=\"http:\/\/www.marins.com.br\/\" target=\"_blank\">www.marins.com.br<\/a><\/p>\n<p><strong>e-mail:<\/strong> <a href=\"mailto:diretoria@marins.com.br\" target=\"_blank\">diretoria@marins.com.br<\/a><\/p>\n<h6><strong>* As ideias e opini\u00f5es expostas nos artigos e mat\u00e9rias publicados no Portal RHevista RH s\u00e3o de responsabilidade exclusiva de seus autores.<\/strong><\/h6>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Esta frase em latim &#8211; Errare humanum est, perseverare autem diabolicum &#8211; \u201cErrar \u00e9 humano, permanecer no erro \u00e9 diab\u00f3lico\u201d &#8211; atribu\u00edda a Santo Agostinho, \u00e9 um axioma filos\u00f3fico com o qual tentamos mitigar uma falha, um erro, ou mesmo uma queda moral na sua primeira parte &#8211; errar \u00e9 humano. 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