{"id":1788,"date":"2010-10-02T17:20:57","date_gmt":"2010-10-02T20:20:57","guid":{"rendered":"http:\/\/www.rhevistarh.com.br\/portal\/?p=1788"},"modified":"2011-10-10T11:34:04","modified_gmt":"2011-10-10T14:34:04","slug":"oratoria-quem-nao-se-comunica-se","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.rhevistarh.com.br\/portal\/oratoria-quem-nao-se-comunica-se\/","title":{"rendered":"Orat\u00f3ria: quem n\u00e3o se comunica se&#8230;"},"content":{"rendered":"<figure id=\"attachment_1800\" aria-describedby=\"caption-attachment-1800\" style=\"width: 150px\" class=\"wp-caption alignright\"><a href=\"http:\/\/www.rhevistarh.com.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2010\/10\/InesCozzo.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"size-full wp-image-1800\" title=\"InesCozzo\" src=\"http:\/\/www.rhevistarh.com.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2010\/10\/InesCozzo.jpg\" alt=\"In\u00eas Cozzo\" width=\"150\" height=\"150\" \/><\/a><figcaption id=\"caption-attachment-1800\" class=\"wp-caption-text\">In\u00eas Cozzo<\/figcaption><\/figure>\n<p>Algu\u00e9m j\u00e1 disse que o homem n\u00e3o \u00e9 sen\u00e3o uma metade. A outra metade, \u00e9 sua capacidade de express\u00e3o e de comunica\u00e7\u00e3o. Podemos ser pessoas brilhantes, plenas de recursos e potenciais. Na verdade, somos. Temos muito conhecimento e at\u00e9 formas espetaculares de pensar, mas se n\u00e3o exteriorizamos isto, quem poder\u00e1 adivinhar? E isso \u00e9 trein\u00e1vel?<\/p>\n<p>Reinaldo Passadori \u00e9 administrador de empresas, p\u00f3s-graduado em RH e diretor do Instituto de Comunica\u00e7\u00e3o Verbal que leva seu nome. Depois de muito tempo j\u00e1 trabalhando em empresas, decidiu ensinar outras pessoas a minimizarem as dificuldades para falar em p\u00fablico, enfrentar o microfone, etc. Isto ocorreu h\u00e1 mais ou menos 11 anos atr\u00e1s, quando descobriu que uma das maiores dificuldades dos executivos, e um de seus maiores medos, era falar em p\u00fablico.<\/p>\n<p>O trabalho que ele prop\u00f5e, envolve PNL (Programa\u00e7\u00e3o Neuroling\u00fc\u00edstica), criatividade, vis\u00e3o holistica, jogos teatrais, entendendo que um trabalho que \u00e9 feito considerando, n\u00e3o uma t\u00e9cnica espec\u00edfica, mas o ser humano, precisa ter v\u00e1rios enfoques porque o ser humano \u00e9 um processo complexo. Como o \u00e9 a comunica\u00e7\u00e3o; maneira pela qual a pessoa se posiciona no mundo, \u00e0 partir de suas cren\u00e7as, transmitindo tudo que pensa e sente.<\/p>\n<p>Tal trabalho, j\u00e1 teve mais de 9 mil participantes dos quais muitos em turmas abertas, e outros em empresas como Bradesco, BANESPA, Ita\u00fa, CEF, Citibank, COFAP, Andrade Gutierrez, GM, Mangels, Mercedes Benz, Petrobr\u00e1s e Philco, entre outras.<\/p>\n<p>Quando fala em comunica\u00e7\u00e3o, o enfoque \u00e9 falar em p\u00fablico, pessoas que se preparam para vencer, romper barreiras de timidez, bloqueios emocionais diante do microfone ou da plat\u00e9ia, mas a id\u00e9ia \u00e9 de um trabalho que gera auto-conhecimento. \u201cEu acredito que todo trabalho de desenvolvimento pessoal tem que criar condi\u00e7\u00f5es para que as pessoas percebam seus limites atuais, estabele\u00e7am objetivos, queiram definir onde querem chegar e percebam a possibilidade de desenvolvimento.\u201d Diz Reinaldo, \u201cEnt\u00e3o a id\u00e9ia \u00e9 possibilitar que as pessoas percebam sua condi\u00e7\u00e3o atual, sua capacidade, sua habilidade de comunica\u00e7\u00e3o e, a partir deste processo de auto conhecimento, reconhe\u00e7am aquilo que j\u00e1 aprenderam, mesmo sem consci\u00eancia e saibam utilizar isso tudo de forma consciente, percebendo que podem evoluir a partir do momento em que vencem seus limites.\u201d<\/p>\n<p>\u00c9 um trabalho que se prop\u00f5e a gerar condi\u00e7\u00f5es para que as pessoas percebam atrav\u00e9s de feedbacks, no v\u00eddeo, no processo de compartilhar percep\u00e7\u00f5es com o grupo, que tem uma presen\u00e7a ativa, e com os instrutores. Estimula-se, segundo Reinaldo, a percep\u00e7\u00e3o de detalhes n\u00e3o valorizados at\u00e9 ent\u00e3o, gerando a possibilidade de maior conhecimento de qualidades do participante. Consequentemente estes passam a ter mais seguran\u00e7a na hora de se exp\u00f4r diante do grupo.<\/p>\n<p>Ele diz ainda que, neste processo, as pessoas t\u00eam possibilidade de conhecer suas dificuldades e limites, falhas e problemas, aus\u00eancia de id\u00e9ias ou um vocabul\u00e1rio fraco, a aus\u00eancia de alguns recursos de voz, de corpo. A partir dai, oferecem-se t\u00e9cnicas e recursos oriundos do teatro, do radialismo, enfim de muitas formas diferentes, para que atrav\u00e9s de exerc\u00edcios elas possam ter mais seguran\u00e7a, mais firmeza, posicionando-se melhor quando t\u00eam que falar.<\/p>\n<p>O trabalho tem tr\u00eas abordagens: psicol\u00f3gica, f\u00edsica e t\u00e9cnica e n\u00e3o se limita apenas a criar condi\u00e7\u00f5es para que as pessoas falem melhor em p\u00fablico, mas para que se comuniquem melhor em qualquer situa\u00e7\u00e3o, seja no processo de inter-relacionamento pessoal, seja no processo de relacionamento consigo mesmo. Na empresa, na fam\u00edlia ou nas rela\u00e7\u00f5es sociais.<\/p>\n<p>Passadori e sua equipe, partem do pressuposto b\u00e1sico de que a comunica\u00e7\u00e3o n\u00e3o \u00e9 aquilo que se fala, \u00e9 aquilo que chega ao ouvinte e, para eles, isso funciona numa entrevista, numa rela\u00e7\u00e3o com os filhos, numa reuni\u00e3o de ger\u00eancia ou numa palestra, curso ou treinamento.<\/p>\n<p>Partindo desta vis\u00e3o global, trabalha-se medos e bloqueios que possam ter surgido atrav\u00e9s de experi\u00eancias mal sucedidas ou da falta de experi\u00eancia, de uma educa\u00e7\u00e3o castradora, que possa ter bloqueado a pessoa na hora de falar diante dos outros.<\/p>\n<p>Outra premissa dessa metodologia de trabalho \u00e9 a de que h\u00e1 um processo de aprendizado que acontece gradativamente pelo enfoque psicol\u00f3gico. A pessoa vai ter mais seguran\u00e7a, a partir do momento em que conhecer o assunto e estrutur\u00e1-lo de forma adequada, sabendo como come\u00e7ar e terminar uma apresenta\u00e7\u00e3o, ent\u00e3o, os participantes aprendem alguns modelos de in\u00edcio de apresenta\u00e7\u00e3o, abordagens que possam ser interessantes de acordo com o contexto e a situa\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Numa segunda fase, \u00e9-lhes oferecido um conjunto de est\u00edmulos para que desenvolvam suas pr\u00f3prias maneiras de fazer as coisas de formas diferentes, colocando seu estilo, seu jeito, sua personalidade.<\/p>\n<p>O trabalho tem um enfoque voltado para o uso adequado do corpo, voz, postura, m\u00e3os, bra\u00e7os, dedos, express\u00e3o facial e corporal, roupa, apar\u00eancia, enfim cada detalhe da presen\u00e7a da pessoa que est\u00e1 se comunicando.<\/p>\n<p>A primeira fase \u00e9 a prepara\u00e7\u00e3o, a organiza\u00e7\u00e3o do assunto considerando o p\u00fablico alvo para que se possa fazer um ajuste no processo e na linha de racioc\u00ednio, considerando o perfil do ouvinte, porque \u00e9 importante saber ouvir, entender e se alinhar de acordo com este perfil. \u00c9 fundamental, segundo o consultor, que se estabele\u00e7a um processo de harmoniza\u00e7\u00e3o (Rapport) com o grupo, alinhando-se com o vocabul\u00e1rio, momento, assunto, etc. para que seja poss\u00edvel dar o est\u00edmulo adequado ao entendimento daquilo que se quer transmitir.<\/p>\n<p>Uma das grandes dificuldades que muitas pessoas t\u00eam \u00e9 quando est\u00e1 chegando o momento de falar. A famosa ansiedade. Tremedeira, gagueira e suor s\u00e3o suas manifesta\u00e7\u00f5es mais comuns. \u201cPara estes casos\u201d, explica Reinaldo, \u201cn\u00f3s usamos, por exemplo, um recurso de PNL. Um exerc\u00edcio adaptado chamado C\u00edrculo de Excel\u00eancia ajudando a pessoa para que ela se fortale\u00e7a.\u201d<\/p>\n<p>\u00c9 importante ressaltar que as pessoas n\u00e3o fazem um curso de PNL. O que acontece \u00e9 que elas recebem instru\u00e7\u00f5es adequadas e espec\u00edficas para este tipo de exerc\u00edcio, possibilitando tirar o resultado da viv\u00eancia. Passadori exemplifica: \u201calgumas orienta\u00e7\u00f5es s\u00e3o dadas inicialmente, creio que suficientes pois t\u00eam funcionado, para que se possa fazer o exerc\u00edcio sabendo o resultado,\u201d ou seja, n\u00e3o se entra no n\u00edvel de profundidade do que seria um curso de PNL, mas se recebe orienta\u00e7\u00f5es relacionadas \u00e0 mec\u00e2nica do exerc\u00edcio.<\/p>\n<p>Uma delas \u00e9 a de que o sistema nervoso central n\u00e3o diferencia uma experi\u00eancia real de uma experi\u00eancia imagin\u00e1ria. Exemplifica-se isto com o exerc\u00edcio do lim\u00e3o. \u201cQuando eu digo a voc\u00ea que pense em um lim\u00e3o bem verde e imagine-se lambendo uma metade deste lim\u00e3o, o que acontece \u00e9 que imediatamente ocorre o processo de saliva\u00e7\u00e3o. Isto \u00e9 poss\u00edvel porque o c\u00e9rebro n\u00e3o distingue experi\u00eancias reais de experi\u00eancias imagin\u00e1rias.\u201d Ent\u00e3o pode-se trabalhar com experi\u00eancias imagin\u00e1rias e gerar aprendizagens bastante reais.<\/p>\n<p>Num dado momento, s\u00e3o desenvolvidos aspectos relacionados ao vocabul\u00e1rio.<\/p>\n<p>\u00c9 importante, no processo de comunica\u00e7\u00e3o, ter um vocabul\u00e1rio ativo fluente para poder se ajustar aos diversos tipos de pessoas.<\/p>\n<p>A sugest\u00e3o dada por Reinaldo nesse sentido \u00e9 que as pessoas percebam primeiro qual \u00e9 o seu vocabul\u00e1rio ativo (palavras que voc\u00ea j\u00e1 utiliza espontaneamente para expressar suas id\u00e9ias) e seu vocabul\u00e1rio passivo (palavras que voc\u00ea conhece mas n\u00e3o usa ). Quando estiver lendo um revista ou um texto qualquer, escolha 3 ou 4 palavras cujo significado voc\u00ea conhece, mas que nunca utilizou. Anote-as num caderno, escrevendo tamb\u00e9m seu significado pesquisado no dicion\u00e1rio para certificar-se de que n\u00e3o vai aplic\u00e1-las indevidamente e force seu uso, mantendo um contato visual constante atrav\u00e9s de um papel com algumas destas palavras escritas. Fa\u00e7a isso algumas vezes enquanto fala ao telefone, escreve um texto ou conversa com algu\u00e9m.<\/p>\n<p>O c\u00e9rebro aprende por velocidade e repeti\u00e7\u00e3o, consequentemente, depois de algumas vezes que voc\u00ea fizer isso conscientemente, a tend\u00eancia ser\u00e1 a de continuar fazendo automaticamente. Forme frases procurando usar aquelas palavras e, assim, se fizer com quatro palavras por dia, 20 dias por m\u00eas, no final de um m\u00eas por exemplo, voc\u00ea ter\u00e1 80 novas palavras em seu vocabul\u00e1rio ativo. Multiplique isso por um ano e ver\u00e1 que, sem muito esfor\u00e7o, ter\u00e1 acrescentado 960 novas palavras e a grata satisfa\u00e7\u00e3o de um vocabul\u00e1rio mais fluente e variado que impressiona quem o escuta. Isto certamente ampliar\u00e1 seu vocabul\u00e1rio. \u201cAl\u00e9m do mais,\u201d conta ele \u201cn\u00e3o \u00e9 raro descobrirmos em nossos cursos que o que algumas pessoas chamam de inibi\u00e7\u00e3o para falar \u00e9, na verdade, aus\u00eancia de vocabul\u00e1rio, dificultando a express\u00e3o.\u201d<\/p>\n<p>Com esta vis\u00e3o ampla, o que ele e sua equipe procuram fazer \u00e9 um trabalho pr\u00e1tico, vivencial e din\u00e2mico, com todos aqueles encantadores que fazem com que seja gostoso participar de um curso.<\/p>\n<p>\u201cO que n\u00f3s procuramos fazer, \u00e9 um trabalho muito mais profundo, de resgate de potencial para que a pessoa, a partir da sua auto-valoriza\u00e7\u00e3o, possa se perceber mais participativa e saia com sua auto-estima refor\u00e7ada sabendo que agora \u00e9 sua hora de brilhar, sem precisar passar por cima de outras pessoas, mas tendo-as como aliadas, como parceiros, para que possam crescer se realizar.\u201d<\/p>\n<p>De fato \u00e9 sabido que aprender a se comunicar melhor \u00e9 como andar de bicicleta. Voc\u00ea pode ler 10 livros sobre o assunto e, no final, ainda n\u00e3o saberia como fazer porque \u00e9 atrav\u00e9s da experi\u00eancia que se aprende. Ent\u00e3o, m\u00e3os \u00e0 obra&#8230;<\/p>\n<p><strong><span style=\"text-decoration: underline;\">Sobre a autora:<\/span><\/strong><\/p>\n<p><strong>In\u00eas Cozzo Olivares <\/strong>\u00e9<strong> <\/strong>Diretora e s\u00f3cia-fundadora da\u00a0TAI Consultoria\u00a0(desde 1994);\u00a0Consultora, escritora e Palestrante Internacional (desde 1997); Psic\u00f3loga (1986); Autora do Livro \u201cAbordagens Alternativas em T&amp;D\u201d; Autora do Livro\u00a0\u201dNeuroaprendizagem e Intelig\u00eancia Emocional\u201d; Criadora e organizadora do\u00a0GEN\u00a0&#8211; Grupo de estudos de Neuroaprendizagem com \u00eanfase em NeuroBusiness\u00a0(desde 2006).<\/p>\n<p><strong>site: <a href=\"http:\/\/www.taiconsultoria.com.br\/\">www.taiconsultoria.com.br<\/a><\/strong><\/p>\n<p><strong>e-mail: <a href=\"mailto:ines.cozzo@taiconsultoria.com.br\">ines.cozzo@taiconsultoria.com.br<\/a><\/strong><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Algu\u00e9m j\u00e1 disse que o homem n\u00e3o \u00e9 sen\u00e3o uma metade. 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