{"id":1855,"date":"2010-10-01T01:41:53","date_gmt":"2010-10-01T04:41:53","guid":{"rendered":"http:\/\/www.rhevistarh.com.br\/portal\/?p=1855"},"modified":"2011-10-11T11:20:09","modified_gmt":"2011-10-11T14:20:09","slug":"por-que-e-tao-dificil-mudar-um-comportamento","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.rhevistarh.com.br\/portal\/por-que-e-tao-dificil-mudar-um-comportamento\/","title":{"rendered":"Por Que \u00e9 T\u00e3o Dif\u00edcil Mudar Um Comportamento?"},"content":{"rendered":"<figure id=\"attachment_1859\" aria-describedby=\"caption-attachment-1859\" style=\"width: 150px\" class=\"wp-caption alignright\"><a href=\"http:\/\/www.rhevistarh.com.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2010\/10\/rodrigoramos.gif\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"size-full wp-image-1859\" title=\"rodrigoramos\" src=\"http:\/\/www.rhevistarh.com.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2010\/10\/rodrigoramos.gif\" alt=\"Rodrigo Ramos\" width=\"150\" height=\"150\" \/><\/a><figcaption id=\"caption-attachment-1859\" class=\"wp-caption-text\">Rodrigo Ramos<\/figcaption><\/figure>\n<p>A raz\u00e3o prevalece sobre a emo\u00e7\u00e3o, ou \u00e9 a emo\u00e7\u00e3o que fala mais alto que a raz\u00e3o? Eis a quest\u00e3o! N\u00e3o \u00e9 a toa que o velho slogan pronunciado diversas vezes no nosso cotidiano (se conselho fosse bom!) entra como uma luva no decorrer das d\u00e9cadas.<\/p>\n<p>Por que \u00e9 t\u00e3o dif\u00edcil mudar o comportamento de uma pessoa? Por que, mesmo atrav\u00e9s de conselhos repetitivos, existem pessoas que preferem fazer as coisas do seu jeito, mesmo sendo o jeito improdutivo, ou errado? O que faz um bom conselho perder sua for\u00e7a?<\/p>\n<p>Seguindo a vis\u00e3o da psican\u00e1lise, atrav\u00e9s das ideias de pensadores como Freud, Lacan e Jorge Forbes, acredito que existe uma esp\u00e9cie de curto circuito na rela\u00e7\u00e3o entre mente e corpo. Isto se torna percept\u00edvel quando paramos um pouco para refletir que n\u00e3o somos m\u00e1quinas, nem perfeitos, que mudamos nossas emo\u00e7\u00f5es todo o instante, que escorregamos, erramos e que, consequentemente, tamb\u00e9m temos sonhos, fantasias e desejos que v\u00e3o al\u00e9m da nossa ilus\u00e3o racional de completude. Ou seja, a nossa raz\u00e3o pode desejar a perfei\u00e7\u00e3o, desejar que a nossa trajet\u00f3ria seja est\u00e1vel, consistente e sem erros, mas sempre existir\u00e1 o outro lado da nossa intimidade que nunca poderemos controlar. E isso, paradoxalmente, \u00e9 muito bom, pois nos protege da possibilidade de acreditarmos que somos figuras padronizadas, sem desejo e singularidade.<\/p>\n<p>Para clarificar mais a discuss\u00e3o, vou discorrer o texto dividindo as ideias e diferenciando a mente racional do corpo emocional. Podemos dizer que a mente racional se relaciona muito bem com as ideias de perfei\u00e7\u00e3o, de completude, daquilo que \u00e9 certo e moralmente correto. J\u00e1, quando falamos do corpo emocional, levamos em considera\u00e7\u00e3o o lado da vida que, a maioria das vezes, n\u00e3o est\u00e1 em harmonia com as ideias impostas pela raz\u00e3o. O corpo emocional est\u00e1 mais relacionado ao inconsciente, a parte fora da s\u00e9rie, daquilo que, segundo Chico Buarque, escapa ao sentido. Para ilustrar melhor, podemos citar o exemplo do motorista que percorre por uma rodovia com limite (mente racional) de velocidade de 100 km\/h, mas prefere (corpo emocional) dirigir a 200 km\/h, porque provavelmente lhe d\u00e1 mais prazer <em>\u201candar fora da linha\u201d, <\/em>mesmo tendo no\u00e7\u00e3o do excesso cometido. O corpo acaba falando mais alto! Outro exemplo cl\u00e1ssico e interessante \u00e9 o da pessoa que fuma dois ma\u00e7os de cigarro por dia (corpo emocional), tendo total consci\u00eancia (mente racional) sobre os males que o fumo lhe causa. Ou podemos citar o comportamento da pessoa consumista, que sempre quando passa ao lado de uma loja acaba gastando uma fortuna, mesmo consciente da falta de cr\u00e9dito e do excesso de d\u00edvidas.<\/p>\n<p>Olha s\u00f3 que curioso! Ao refletirmos sobre exemplos triviais, j\u00e1 come\u00e7amos perceber que no cotidiano do humano existem constantes conflitos internos entre a mente racional e o corpo emocional, irracional e inconsciente. \u00c9 por este motivo, entre outros mais, que \u00e9 t\u00e3o dif\u00edcil mudar um comportamento da noite para o dia. Muitas vezes, acessar somente a consci\u00eancia atrav\u00e9s de conselhos n\u00e3o \u00e9 o bastante para mudar uma atitude, ou mudar um m\u00e9todo de como fazer as coisas. \u00c9 preciso ir al\u00e9m da consci\u00eancia, pois \u00e9 necess\u00e1rio que o seu corpo emocional, e muitas vezes, seu inconsciente sejam tocados para ocorrer \u00eaxito. Quando n\u00e3o existe uma transforma\u00e7\u00e3o neste sentido, percebemos uma mudan\u00e7a rasa, superficial e sem for\u00e7a.<\/p>\n<p>Para descermos mais no assunto, gostaria de propor alguns pontos de reflex\u00e3o para fortalecermos a nossa discuss\u00e3o: vamos falar um pouco da rela\u00e7\u00e3o entre comportamento e prazer.<\/p>\n<p><strong> <\/strong><\/p>\n<p><strong>A rela\u00e7\u00e3o entre comportamento e prazer <\/strong><\/p>\n<p>Seguindo as trilhas de Freud, em seu <em>Best seller<\/em>, <em>Para Al\u00e9m do Princ\u00edpio do Prazer<\/em>, podemos notar que nesta grande obra o Pai da Psican\u00e1lise exp\u00f5e de forma brilhante a exist\u00eancia de uma energia presente no comportamento do ser humano que vai al\u00e9m do equil\u00edbrio, al\u00e9m das necessidades b\u00e1sicas, que nomeou de Puls\u00e3o. Sendo simplista na explica\u00e7\u00e3o, podemos descrever a Puls\u00e3o como uma energia que vai al\u00e9m do equil\u00edbrio, que excede os limites da harmonia, que se repete e \u00e9 dotada de prazer e, ao mesmo tempo, desprazer. Para clarificar o conceito, podemos usar o exemplo da mulher que permanece casada durante d\u00e9cadas com o mesmo marido, mesmo sendo violentada verbalmente e fisicamente. Todos podem escutar suas lamenta\u00e7\u00f5es, que seu casamento \u00e9 terr\u00edvel, que ele n\u00e3o presta, por\u00e9m, n\u00e3o tem coragem de acabar com a \u201cestabilidade\u201d do matrim\u00f4nio. \u00c9 prefer\u00edvel sofrer com o que se tem, para evitar a dor de nada ter. Ela vive, ao mesmo tempo, o desprazer dos insultos lan\u00e7ados pelo marido e o prazer de manter o casamento em \u201cequil\u00edbrio\u201d, de estar com algu\u00e9m, mantendo a ilus\u00e3o do famoso slogan: <em>\u201cat\u00e9 que a morte os separe\u201d<\/em>. Outro exemplo interessante, que ilustra o paradoxo entre um comportamento dotado de prazer e desprazer, seria do pr\u00f3prio dependente qu\u00edmico que, mesmo consciente dos males que a droga lhe causa, permanece viciado. Basta escutarmos nos notici\u00e1rios o quanto \u00e9 dif\u00edcil e paradoxal o relacionamento do dependente com a droga: <em>\u201cIsso aqui n\u00e3o presta, s\u00f3 faz mal, mas n\u00e3o consigo viver sem\u201d. <\/em><\/p>\n<p>Agora, trazendo para a realidade profissional, o mesmo acontece com as pessoas insatisfeitas e frustradas com seus empregos atuais, que ficam paralisadas na hora de tomar uma decis\u00e3o para mudar o ambiente, ou de ambiente, porque se acomodam no <em>status quo<\/em> e, por este motivo, tamb\u00e9m sentem sua cota de prazer na \u201cestabilidade\u201d ilus\u00f3ria. Ou seja, podemos concluir que, mesmo prejudicadas, pessoas que permanecem com a mesma forma de pensar, de se comportar, com o mesmo padr\u00e3o, relacionamento afetivo p\u00e9ssimo, ou com o mesmo emprego ruim, carregam suas pitadas paradoxais de prazer e desprazer. Enfim, o ser humano e suas ironias.<\/p>\n<p>Agora, gostaria de correlacionar tudo isso que trabalhamos com outro ponto importante: a repeti\u00e7\u00e3o do comportamento.<\/p>\n<p><strong> <\/strong><\/p>\n<p><strong>O comportamento repetitivo, para o bem ou para o mal<\/strong><\/p>\n<p>Outro ponto de reflex\u00e3o que nos ajuda a pensar sobre o que faz as pessoas permanecerem com seus comportamentos engessados, acompanhados de prazer e desprazer, \u00e9 a repeti\u00e7\u00e3o constante. Pensando de forma l\u00f3gica, aquilo que causa prazer e\/ou desprazer, tamb\u00e9m causa repeti\u00e7\u00e3o. Pontos de satisfa\u00e7\u00e3o causam repeti\u00e7\u00e3o. Crian\u00e7as costumam fazer isso constantemente. Pedem toda hora para repetir de forma incans\u00e1vel uma atividade que lhes trouxe satisfa\u00e7\u00e3o corporal. J\u00e1, quando crescem e se tornam \u201ccrian\u00e7as-adultas\u201d, continuam repetindo comportamentos inconscientemente prazerosos e\/ou desprazerosos.<\/p>\n<p>\u00c9 o que acontecia com um ex-colega de trabalho, que tinha satisfa\u00e7\u00e3o em ser espa\u00e7oso. Interrompia as pessoas, falava alto, gritava e dispersava todos repetidamente. Este era o seu \u201cbarato\u201d, o seu \u201cjeit\u00e3o\u201d de ser, pois tinha prazer em fazer isso, mas n\u00e3o tinha a menor consci\u00eancia dos impactos que causava nas pessoas. No entanto, quando recebeu o famoso <em>feedback<\/em> sobre seu comportamento, os problemas come\u00e7aram a surgir. Passou a vivenciar conflitos entre a mente racional e o corpo emocional. Sua mente racional dizia que deveria \u201carrumar\u201d seu comportamento para n\u00e3o invadir o espa\u00e7o das pessoas e o seu corpo emocional agia conforme o jeito espa\u00e7oso (e prazeroso) de ser. Olha s\u00f3! Surge novamente o paradoxo entre prazer e desprazer. Sua mente racional gritava alto, dizendo que devia mudar e isso lhe causava muito desprazer. Por\u00e9m, o seu corpo emocional continuava gozando do ato e isso lhe causava prazer. Ap\u00f3s certo tempo, n\u00e3o teve jeito, nosso colega de trabalho foi procurar um lugar onde pudesse aumentar seu espa\u00e7o, pois o contexto cultural onde trabalh\u00e1vamos n\u00e3o permitia pessoas desse \u201cestilo\u201d. Uma hora ele acertar\u00e1 sua trajet\u00f3ria.<\/p>\n<p>Mas o que fazer para inserir nossas diferen\u00e7as comportamentais, algumas insuport\u00e1veis, na rela\u00e7\u00e3o com os outros?<\/p>\n<p><strong> <\/strong><\/p>\n<p><strong>Comportamentos prejudiciais devem ser eliminados?<\/strong><\/p>\n<p>O que fazer para solucionar os conflitos entre mente e corpo? Ser\u00e1 que \u00e9 preciso cortar o mau pela raiz? Ser\u00e1 que \u00e9 necess\u00e1rio punir aqueles que se comportam de maneira improdutiva? Ser\u00e1 que dever\u00edamos encaminhar todos os errantes para uma cl\u00ednica da \u201cpadroniza\u00e7\u00e3o\u201d para que sejam orientados de forma ortop\u00e9dica? Creio que n\u00e3o. N\u00e3o devemos e n\u00e3o podemos corrigir o ser falante, engessando seu comportamento e adequando-o ao contexto, mas diria que a solu\u00e7\u00e3o, como diria Jacques Alain Miller, seria legitimar suas diferen\u00e7as. N\u00e3o no sentido de aceitar o comportamento destrutivo do outro. Legitimar n\u00e3o \u00e9 deixar o outro fazer o que bem entende, mas tamb\u00e9m, n\u00e3o significa eliminar o mau pela raiz.<\/p>\n<p>Se nos espelharmos em qualquer exemplo de vida, podemos perceber que as pessoas n\u00e3o eliminam seus comportamentos ruins, mas simplesmente conseguem realinhar a energia para uma coisa boa, ou melhor, construtiva. Um amigo meu, que se tornou um excelente palestrante, n\u00e3o por acaso, quando era jovem, gostava de se exibir, contava piadas na escola e adorava provocar as pessoas. Por conta deste comportamento, passou por diversas situa\u00e7\u00f5es complicadas at\u00e9 perceber que poderia transformar seu defeito em qualidade. Percebeu que poderia reinventar sua exibi\u00e7\u00e3o e seu jeito provocador de forma construtiva e n\u00e3o destrutiva, como vinha fazendo. Percebeu que poderia usar suas ferramentas, anteriormente mal\u00e9ficas, para estimular as pessoas a se desenvolverem atrav\u00e9s da linguagem. Meu amigo n\u00e3o poderia eliminar um comportamento t\u00e3o enraizado no seu inconsciente corporal, mas percebeu que poderia resolver o conflito do prazer e do desprazer, canalizando sua energia, seu \u201cbarato\u201d para algo que enriquecesse o outro. Isso passou a ser a sua miss\u00e3o. Ele simplesmente lapidou o seu carv\u00e3o na busca eterna pelo seu precioso diamante.<\/p>\n<p>Que maravilha que \u00e9 o ser falante! Quanto mais consegue ajustar seus comportamentos prejudiciais, canalizando sua energia para atitudes construtivas, sem arrancar o bom \u201cbarato\u201d, consegue se aproximar daquilo que \u00e9 mais singular em seu \u00edntimo. Mas este \u00e9 um assunto para outro artigo.<\/p>\n<p>Fa\u00e7a bom proveito de si, ou como diria o fil\u00f3sofo Martin Heidegger \u2013 devore o teu Dasein!<\/p>\n<p><strong> <\/strong><\/p>\n<p><strong>BIBLIOGRAFIA<\/strong><\/p>\n<p>FORBES, Jorge. <em>Voc\u00ea quer o que deseja?.<\/em> Rio de Janeiro: Best Seller, 2003.<\/p>\n<p>FREUD, Sigmund. <em>Al\u00e9m do Princ\u00edpio do Prazer.<\/em> Rio deJaneiro: Imago,2003.<\/p>\n<p>MILLER, Jacques Alain. <em>O osso de uma an\u00e1lise.<\/em> Salvador: Biblioteca Agente, 1998.<\/p>\n<p>____________________. <em>Silet \u2013 Os paradoxos da Puls\u00e3o de Freud a Lacan.<\/em> Rio de Janeiro: Zahar, 2005.<\/p>\n<p><strong><em> <\/em><\/strong><\/p>\n<p><strong><span style=\"text-decoration: underline;\">Sobre o autor:<\/span><\/strong><\/p>\n<p><strong>Rodrigo Ramos <\/strong>\u00e9<strong> <\/strong>Consultor, Psic\u00f3logo, com forma\u00e7\u00e3o em Psican\u00e1lise, MBA em Gest\u00e3o Empresarial e experi\u00eancia em Coordena\u00e7\u00e3o de Grupos. Atua h\u00e1 mais de 6 anos ministrando palestras e cursos com foco no desenvolvimento do potencial humano.<\/p>\n<p><strong>E-mail:\u00a0<a href=\"mailto:rodrigoramosconsultor@gmail.com\">rodrigoramosconsultor@gmail.com<\/a><\/strong><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A raz\u00e3o prevalece sobre a emo\u00e7\u00e3o, ou \u00e9 a emo\u00e7\u00e3o que fala mais alto que a raz\u00e3o? Eis a quest\u00e3o! 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