{"id":20051,"date":"2019-08-16T08:14:06","date_gmt":"2019-08-16T11:14:06","guid":{"rendered":"http:\/\/www.rhevistarh.com.br\/portal\/?p=20051"},"modified":"2019-08-16T08:14:06","modified_gmt":"2019-08-16T11:14:06","slug":"o-tempo-faz-tempo","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.rhevistarh.com.br\/portal\/o-tempo-faz-tempo\/","title":{"rendered":"O tempo, faz tempo"},"content":{"rendered":"<figure id=\"attachment_15307\" aria-describedby=\"caption-attachment-15307\" style=\"width: 200px\" class=\"wp-caption alignleft\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"size-full wp-image-15307\" src=\"http:\/\/www.rhevistarh.com.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2016\/11\/luizalberto.png\" alt=\"\" width=\"200\" height=\"200\" srcset=\"https:\/\/www.rhevistarh.com.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2016\/11\/luizalberto.png 200w, https:\/\/www.rhevistarh.com.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2016\/11\/luizalberto-150x150.png 150w, https:\/\/www.rhevistarh.com.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2016\/11\/luizalberto-100x100.png 100w, https:\/\/www.rhevistarh.com.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2016\/11\/luizalberto-42x42.png 42w\" sizes=\"auto, (max-width: 200px) 100vw, 200px\" \/><figcaption id=\"caption-attachment-15307\" class=\"wp-caption-text\">Luiz Alberto Borcsik<\/figcaption><\/figure>\n<p style=\"text-align: justify;\">Quando dizemos \u201cvou bater o ponto\u201d, mesmo as empresas usando sistemas eletr\u00f4nico ou digital, sequer imaginamos que nossos antepassados j\u00e1 conheciam a pr\u00e1tica do uso das horas.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Entre 1950 a.C. e 539 a.C. o povo babil\u00f4nio criou o rel\u00f3gio de sol. Foi fundamental terem percebido que a sombra formada pelo Sol desaparecia \u2013 era o momento que o astro rei estava a pino no c\u00e9u e n\u00e3o projetava nenhuma sombra, era o meio do dia ou, meio-dia. A partir da\u00ed dividiram o curso da sombra em 6 partes antes do \u201cmeio do dia\u201d, a manh\u00e3 e 6 depois, a tarde. Acabavam de criar o dia de 24 horas \u2013 uma metade era o dia e outra metade a noite.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Entre os s\u00e9culos 16 e 17 o tempo foi percebido de forma diferente na Europa Ocidental. O galo que sempre tinha sido o \u201crel\u00f3gio da natureza\u201d come\u00e7ou a perder espa\u00e7o para o rel\u00f3gio de ponteiros, criado no s\u00e9culo 14 e popularizado a partir do s\u00e9culo 17.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O galo, considerado por todos, inclusive em nossa cultura, como o \u201crel\u00f3gio da natureza\u201d, passou a ser \u201cquestionado\u201d uma vez que o tempo da natureza e o tempo do rel\u00f3gio estavam ficando descompassados pelas necessidades dos homens em rela\u00e7\u00e3o ao seu trabalho.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A humanidade que tinha usado estrelas, ampulhetas, o badalar dos sinos e at\u00e9 cera derretida para contar os minutos, passa a se render aos singelos e meigos ponteiros do rel\u00f3gio mec\u00e2nico da \u00e9poca.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Assim, da sincronia e aparente ociosidade do homem no campo e nas mar\u00e9s de pesca, passamos \u00e0 sincronia do hor\u00e1rio marcado, da agenda controlada, da administra\u00e7\u00e3o do tempo no trabalho.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Mas no meio de toda essa correria do dia a dia, surge o \u201c\u00f3cio produtivo\u201d, o homem se entende integral e une toda a dedica\u00e7\u00e3o e comprometimento com o seu trabalho com o amor a sua fam\u00edlia, o culto ao seu Deus e o expressar dos seus dons de vida e prazer, deixando tudo em seu devido lugar e cada qual no seu momento.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u00c9 o cuidar de si, com a grandeza de quem nos ama, acolhe e respeita, principalmente no ambiente de trabalho onde depositamos toda nossa viv\u00eancia e compet\u00eancias t\u00e9cnicas. \u00c9 na forma de trabalho organizado, limpo, sem desperd\u00edcios e com qualidade, que definimos toda a forma e o uso do tempo que nos \u00e9 dado \u2013 tempo \u00e9 mais que dinheiro que se ganha outro, tempo \u00e9 vida que n\u00e3o retorna mais.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Sobre o Autor:<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Luiz Alberto Borcsik<\/strong>, Consultor, palestrante e professor em cursos de gradua\u00e7\u00e3o e p\u00f3s-gradua\u00e7\u00e3o. Atuou por mais de 30 anos na \u00e1rea de Recursos Humanos em empresas de destaque nacionais e multinacionais, dedicado aos processos de gest\u00e3o de pessoas, revis\u00e3o de estruturas e processos organizacionais. Psic\u00f3logo e p\u00f3s-graduado em Gest\u00e3o de Pessoas.<\/p>\n<p>Contatos: <a href=\"mailto:criare@criarerh.com.br\">criare@criarerh.com.br<\/a> &#8211; <a href=\"https:\/\/pt-br.facebook.com\/CriareRH\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">https:\/\/pt-br.facebook.com\/CriareRH<\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Quando dizemos \u201cvou bater o ponto\u201d, mesmo as empresas usando sistemas eletr\u00f4nico ou digital, sequer imaginamos que nossos antepassados j\u00e1 conheciam a pr\u00e1tica do uso das horas.<\/p>\n","protected":false},"author":8,"featured_media":15307,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[2683],"tags":[3030],"table_tags":[],"class_list":["post-20051","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-luiz-alberto-borcsik","tag-destaque","entry"],"aioseo_notices":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.rhevistarh.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/20051","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.rhevistarh.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.rhevistarh.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.rhevistarh.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/users\/8"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.rhevistarh.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=20051"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/www.rhevistarh.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/20051\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.rhevistarh.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/media\/15307"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.rhevistarh.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=20051"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.rhevistarh.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=20051"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.rhevistarh.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=20051"},{"taxonomy":"table_tags","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.rhevistarh.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/table_tags?post=20051"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}