{"id":3766,"date":"2011-06-01T00:01:24","date_gmt":"2011-06-01T03:01:24","guid":{"rendered":"http:\/\/www.rhevistarh.com.br\/portal\/?p=3766"},"modified":"2011-10-10T14:35:50","modified_gmt":"2011-10-10T17:35:50","slug":"moacir-gestor-e-gerido-diferentes-motivacoes-para-situacoes-distintas","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.rhevistarh.com.br\/portal\/moacir-gestor-e-gerido-diferentes-motivacoes-para-situacoes-distintas\/","title":{"rendered":"Gestor e Gerido: Diferentes Motiva\u00e7\u00f5es para Situa\u00e7\u00f5es Distintas"},"content":{"rendered":"<figure id=\"attachment_3922\" aria-describedby=\"caption-attachment-3922\" style=\"width: 150px\" class=\"wp-caption alignright\"><a href=\"http:\/\/www.rhevistarh.com.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2011\/06\/moacirrauber.gif\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"size-full wp-image-3922\" title=\"moacirrauber\" src=\"http:\/\/www.rhevistarh.com.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2011\/06\/moacirrauber.gif\" alt=\"Moacir Rauber\" width=\"150\" height=\"150\" \/><\/a><figcaption id=\"caption-attachment-3922\" class=\"wp-caption-text\">Moacir Rauber<\/figcaption><\/figure>\n<p>Cada indiv\u00edduo est\u00e1 exposto a diferentes situa\u00e7\u00f5es dentro de uma mesma organiza\u00e7\u00e3o. Essas variantes podem ser de n\u00edvel hier\u00e1rquico, de quest\u00f5es t\u00e9cnicas e de outras in\u00fameras situa\u00e7\u00f5es a que todas as pessoas est\u00e3o expostas e que podem lev\u00e1-las a se encontrar na situa\u00e7\u00e3o de gestor ou sen\u00e3o de gerido. Esta \u00e9 uma vari\u00e1vel que tem sido pouco explorada e pouco considerada em pesquisas, cursos, eventos e palestras motivacionais. Ora sou gestor, ora sou gerido. Melhor ainda, ora estou gestor, ora estou gerido. Mesmo o diretor presidente de determinada organiza\u00e7\u00e3o pode se encontrar na condi\u00e7\u00e3o de gerido, ainda que contra sua vontade, pois h\u00e1 momentos em que fica na depend\u00eancia de situa\u00e7\u00f5es fora de seu controle para a tomada de decis\u00e3o, tornando-se gerido. Desse modo, se as motiva\u00e7\u00f5es s\u00e3o singulares e os indiv\u00edduos s\u00e3o \u00fanicos, ao se falar de gestor e de gerido, acrescentam-se vari\u00e1veis nesse cen\u00e1rio. A motiva\u00e7\u00e3o torna-se, assim, uma quest\u00e3o muito mais complexa num panorama global de valoriza\u00e7\u00e3o das pessoas e suas compet\u00eancias.<\/p>\n<p>Esse cen\u00e1rio n\u00e3o isenta a ningu\u00e9m da responsabilidade de entendimento do todo organizacional. Pelo contr\u00e1rio, obriga tanto aos gestores como aos geridos a entender e compreender que aquilo que motiva a um pode n\u00e3o motivar ao outro. Amplia-se a necessidade de um entendimento da motiva\u00e7\u00e3o, que, muitas vezes, tem sido tratada de forma superficial em grande parte da literatura, que se fixa em quest\u00f5es de auto-ajuda reduzindo um tema complexo a aplica\u00e7\u00e3o de f\u00f3rmulas m\u00e1gicas para o seu tratamento. Mesmo em estudos mais aprofundados pode-se destacar que as diferentes teorias que buscam explicar, por meio de uma taxonomia, as formas como se d\u00e1 a motiva\u00e7\u00e3o nos indiv\u00edduos n\u00e3o alcan\u00e7am inteiramente os seus objetivos, porque se todos s\u00e3o seres \u00fanicos, tamb\u00e9m suas motiva\u00e7\u00f5es s\u00e3o \u00fanicas. Assim, a unicidade dos ind\u00edviduos gera motiva\u00e7\u00f5es singulares que dificilmente podem ser enquadradas em uma classifica\u00e7\u00e3o que se pretende aplicar para a coletividade. Essa unicidade ainda pode ser multiplicada pelas situa\u00e7\u00f5es nas quais os indiv\u00edduos se encontram, ampliando-se ainda mais o universo motivacional presente numa organiza\u00e7\u00e3o a partir das pessoas. Isso porque quando o indiv\u00edduo gere ele tem motiva\u00e7\u00f5es diferentes daquelas que tem quando \u00e9 gerido. Assim, exigir que o indiv\u00edduo conhe\u00e7a o todo organizacional para que, a partir desse entendimento, ele possa compreender a import\u00e2ncia relativa e tamb\u00e9m direta da sua participa\u00e7\u00e3o no processo \u00e9 fundamental. Entretanto, faz-se necess\u00e1rio que tamb\u00e9m a organiza\u00e7\u00e3o entenda o todo individual, para que ela possa gerir eficazmente as diferentes motiva\u00e7\u00f5es em busca de melhores resultados. Desse modo, gerir motiva\u00e7\u00f5es significa gerir pessoas e n\u00e3o somente processos. Embora a grande maioria das empresas siga preocupada com a gest\u00e3o dos processos, focando em qualidade e produtividade sem, contudo, ocupar-se da gest\u00e3o de pessoas. N\u00e3o que essa preocupa\u00e7\u00e3o n\u00e3o seja necess\u00e1ria, entretanto, ao focar a gest\u00e3o da empresa nas pessoas a qualidade e a produtividade naturalmente ser\u00e3o atendidas, porque elas s\u00e3o inter-dependentes. Com esse entendimento pode-se, mais facilmente, encontrar os pontos que permitem alinhar os objetivos individuais aos organizacionais; compor os prop\u00f3sitos do grupo aos da organiza\u00e7\u00e3o e dos indiv\u00edduos; e ajustar as finalidades das \u00e1reas aos da organiza\u00e7\u00e3o e das pessoas.<\/p>\n<p>Para poder conduzir o processo desse alinhamento entre os objetivos dos indiv\u00edduos e da organiza\u00e7\u00e3o, permeando as diferentes \u00e1reas ou departamentos, faz-se necess\u00e1rio entender o prop\u00f3sito final das diferentes partes envolvidas naquela composi\u00e7\u00e3o. Todas as partes devem entender que os prop\u00f3sitos devem ser \u00fanicos, desmembrando-se em finalidades departamentais e pessoais tamb\u00e9m exclusivos. S\u00f3 assim pode-se ter uma organiza\u00e7\u00e3o singular, composta por indiv\u00edduos \u00fanicos, trabalhando em busca de um objetivo organizacional comum e individual exclusivo.<\/p>\n<p>E voc\u00ea est\u00e1 gestor ou est\u00e1 gerido? Quais as suas motiva\u00e7\u00f5es numa e noutra situa\u00e7\u00e3o? Voc\u00ea gostaria de ser gerido como gere?<\/p>\n<p><span style=\"text-decoration: underline;\"><strong>Sobre o autor:<\/strong><\/span><\/p>\n<p><strong>Moacir Jorge Rauber<\/strong>,\u00a0Mestre em Gest\u00e3o de Recursos Humanos pela Universidade do Minho &#8211; Braga, Portugal (2010), Mestre em Engenharia de Produ\u00e7\u00e3o, com \u00eanfase em Gest\u00e3o da Qualidade, pela Universidade Federal de Santa Catarina (2003), MBA em Marketing (1998), al\u00e9m de larga forma\u00e7\u00e3o complementar. Tem experi\u00eancia profissional nas \u00e1reas Administrativa, Gest\u00e3o de Recursos Humanos, Vendas e Planejamento Estrat\u00e9gico.<\/p>\n<p><strong>e-mail: <\/strong><a href=\"mailto:mjrauber@gmail.com\"><strong>mjrauber@gmail.com<\/strong><\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Cada indiv\u00edduo est\u00e1 exposto a diferentes situa\u00e7\u00f5es dentro de uma mesma organiza\u00e7\u00e3o. Essas variantes podem ser de n\u00edvel hier\u00e1rquico, de quest\u00f5es t\u00e9cnicas e de outras in\u00fameras situa\u00e7\u00f5es a que todas as pessoas est\u00e3o expostas e que podem lev\u00e1-las a se encontrar na situa\u00e7\u00e3o de gestor ou sen\u00e3o de gerido. 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