{"id":70914,"date":"2021-03-10T11:28:56","date_gmt":"2021-03-10T14:28:56","guid":{"rendered":"https:\/\/www.rhevistarh.com.br\/portal\/?p=70914"},"modified":"2021-03-10T11:31:48","modified_gmt":"2021-03-10T14:31:48","slug":"trt-2-multa-empresa-de-tecnologia-em-r-300-mil-por-descumprir-lei-de-cotas-para-pessoas-com-deficiencia","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.rhevistarh.com.br\/portal\/trt-2-multa-empresa-de-tecnologia-em-r-300-mil-por-descumprir-lei-de-cotas-para-pessoas-com-deficiencia\/","title":{"rendered":"TRT-2 MULTA EMPRESA DE TECNOLOGIA EM R$ 300 MIL POR DESCUMPRIR LEI DE COTAS PARA PESSOAS COM DEFICI\u00caNCIA"},"content":{"rendered":"<hr \/>\n<p style=\"text-align: justify;\"><a href=\"https:\/\/www.rhevistarh.com.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2021\/03\/pcd_2.png\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"size-medium wp-image-70915 alignleft\" src=\"https:\/\/www.rhevistarh.com.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2021\/03\/pcd_2-300x300.png\" alt=\"\" width=\"300\" height=\"300\" srcset=\"https:\/\/www.rhevistarh.com.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2021\/03\/pcd_2.png 300w, https:\/\/www.rhevistarh.com.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2021\/03\/pcd_2-150x150.png 150w, https:\/\/www.rhevistarh.com.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2021\/03\/pcd_2-100x100.png 100w, https:\/\/www.rhevistarh.com.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2021\/03\/pcd_2-60x60.png 60w\" sizes=\"auto, (max-width: 300px) 100vw, 300px\" \/><\/a>A 11\u00aa Turma do Tribunal do Trabalho da 2\u00aa Regi\u00e3o condenou uma empresa de tecnologia ao pagamento de R$ 300 mil por danos morais coletivos pelo descumprimento do art. 93 da Lei 8213\/91 (adapta\u00e7\u00e3o e acessibilidade ao meio ambiente de trabalho). Por unanimidade de votos, os magistrados entenderam que a r\u00e9 n\u00e3o adotou medidas efetivas e eficazes para preenchimento de cargos destinados a pessoas com defici\u00eancia. A a\u00e7\u00e3o civil p\u00fablica foi ajuizada pelo Minist\u00e9rio P\u00fablico do Trabalho.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Segundo o desembargador-relator do ac\u00f3rd\u00e3o, Fl\u00e1vio Villlani Macedo, n\u00e3o basta a mera divulga\u00e7\u00e3o das vagas dispon\u00edveis em sites especializados em recrutamento e tampouco a realiza\u00e7\u00e3o de campanhas internas para eximir a r\u00e9 de sua responsabilidade. \u201cNota-se que a empresa r\u00e9 n\u00e3o olvida o contexto atinente \u00e0s pessoas com defici\u00eancia. Ocorre que as medidas por ela adotadas, at\u00e9 o presente momento, s\u00e3o bastantes incipientes e insuficientes\u201d.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">De acordo com o MPT, h\u00e1 na empresa quase 4 mil empregados, sendo que, desses, apenas 120 s\u00e3o trabalhadores portadores de defici\u00eancia, uma defasagem de 80 vagas, pois, segundo a Lei 8.213 e o Decreto 3.298\/99, as empresas com mais de mil empregados devem reservar 5% das vagas \u00e0s pessoas com defici\u00eancia.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Para o desembargador-relator, \u201cparte da conduta pouca efetiva da r\u00e9 \u00e9 explicada pela manuten\u00e7\u00e3o de paradigmas arcaicos e inver\u00eddicos, a exemplo daquele que pessoas com defici\u00eancia n\u00e3o possuem interesse em serem empregadas por poderem perceber benef\u00edcio previdenci\u00e1rio ou que o artigo 93 da Lei 8.213\/91 constitui inger\u00eancia indevida do Estado na livre iniciativa e autonomia privada\u201d.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">N\u00famero do processo: 1000275-89.2020.5.02.0020<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Fonte: TRT2-SP<\/p>\n<hr \/>\n<p>&nbsp;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A 11\u00aa Turma do Tribunal do Trabalho da 2\u00aa Regi\u00e3o condenou uma empresa de tecnologia ao pagamento de R$ 300 mil por danos morais coletivos pelo descumprimento do art. 93 da Lei 8213\/91 (adapta\u00e7\u00e3o e acessibilidade ao meio ambiente de trabalho). 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