{"id":7231,"date":"2012-06-01T00:01:48","date_gmt":"2012-06-01T03:01:48","guid":{"rendered":"http:\/\/www.rhevistarh.com.br\/portal\/?p=7231"},"modified":"2012-05-30T22:13:18","modified_gmt":"2012-05-31T01:13:18","slug":"gisela-kassoypressao-e-opressao-o-que-mudou-no-dia-a-dia-das-empresas","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.rhevistarh.com.br\/portal\/gisela-kassoypressao-e-opressao-o-que-mudou-no-dia-a-dia-das-empresas\/","title":{"rendered":"Press\u00e3o e Opress\u00e3o \u2013 O que Mudou no Dia a Dia das Empresas?"},"content":{"rendered":"<figure id=\"attachment_7292\" aria-describedby=\"caption-attachment-7292\" style=\"width: 150px\" class=\"wp-caption alignleft\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"size-full wp-image-7292\" title=\"Gisela Kassoy\" src=\"http:\/\/www.rhevistarh.com.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2012\/06\/giselakassoy.jpg\" alt=\"Gisela Kassoy\" width=\"150\" height=\"150\" \/><figcaption id=\"caption-attachment-7292\" class=\"wp-caption-text\">Gisela Kassoy<\/figcaption><\/figure>\n<p>Qual a diferen\u00e7a entre press\u00e3o e opress\u00e3o? Parece a mesma coisa, mas n\u00e3o \u00e9.<\/p>\n<p>Chamemos de opress\u00e3o o desrespeito a uma pessoa, a vontade de diminu\u00ed-la, seja por disputa de poder ou simplesmente pela falta de outros modelos de comportamento. Como exemplos de opress\u00e3o temos o ass\u00e9dio moral, as puxadas de tapete, as intrigas.<\/p>\n<p>Chamemos de press\u00e3o a busca desenfreada por resultados, a falta de tempo, os desafios que a concorr\u00eancia provoca e todas as agruras da p\u00f3s-modernidade.<\/p>\n<p>Felizmente, j\u00e1 n\u00e3o se fazem mais l\u00edderes como os de antigamente. Oprimir n\u00e3o pega bem, n\u00e3o contribui para a carreira de ningu\u00e9m, n\u00e3o traz resultados para a empresa. Por outro lado, as press\u00f5es de nossos tempos s\u00e3o cada vez maiores. Assim, podemos dizer que sofremos de uma forma diferente, mas continuamos sofrendo\u2026<\/p>\n<p>E quais s\u00e3o as diferen\u00e7as do ponto de vista dos resultados? A opress\u00e3o sempre foi um forte aliado da manuten\u00e7\u00e3o do poder vigente. Ao minar a autoestima dos indiv\u00edduos, a opress\u00e3o dificulta o surgimento de novas alternativas, n\u00e3o h\u00e1 espa\u00e7o para a diverg\u00eancia. Um indiv\u00edduo oprimido pode at\u00e9 cumprir tarefas bra\u00e7ais ou burocr\u00e1ticas, mas n\u00e3o trar\u00e1 inova\u00e7\u00f5es \u00e0 empresa.<\/p>\n<p>A press\u00e3o, por sua vez, at\u00e9 um determinado ponto, pode ser produtiva: n\u00e3o s\u00e3o poucos os exemplos de solu\u00e7\u00f5es inesperadas, criadas justamente em fun\u00e7\u00e3o da press\u00e3o \u2013 como o caso de interven\u00e7\u00f5es cir\u00fargicas emergenciais realizadas com talheres \u2013 ou at\u00e9 de inven\u00e7\u00f5es, como a penicilina.<\/p>\n<p>E as metas, para que servem? N\u00e3o s\u00e3o elas instrumentos de press\u00e3o? Contribuem ou n\u00e3o para a produtividade? Acredito que as metas contribuem pouco quando s\u00e3o de f\u00e1cil realiza\u00e7\u00e3o. Quando muito dif\u00edceis, podem se tornar opressoras e o tiro sai pela culatra. Mas s\u00e3o perfeitas quando possuem aquela dose de desafio que alimenta a autoconfian\u00e7a antes e a autoestima depois.<\/p>\n<p>Existe pressionar sem oprimir? Como absorver as press\u00f5es do dia-a-dia de forma prazerosa e desafiadora? Como transformar press\u00e3o em motiva\u00e7\u00e3o? Se a opress\u00e3o tem um percurso linear e que, na medida em que aumenta, diminui a pessoa e sua produtividade, a press\u00e3o mereceria um gr\u00e1fico na forma de sino, no qual a produtividade e o prazer chegariam at\u00e9 um determinado patamar para depois iniciar uma curva descendente.<\/p>\n<p>A quest\u00e3o principal \u00e9 que as pessoas s\u00e3o diferentes entre si. Isto significa que cada um tem o seu limite. Tipos de press\u00f5es tamb\u00e9m afetam de formas diferentes: alguns suportam bem a press\u00e3o do tempo, mas se intimidam quando, por exemplo, s\u00e3o pressionados a sair de suas zonas de conforto.<\/p>\n<p>Quanto mais conhecermos nossa forma e a forma de nossos colegas de administrar a press\u00e3o, mais preparados estaremos para lidar com ela. E se respeitarmos aos demais e n\u00f3s mesmos, j\u00e1 estaremos fazendo muito pela nossa produtividade e felicidade no trabalho.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><span style=\"text-decoration: underline;\"><strong>Sobre a autora:<\/strong><\/span><\/p>\n<p><strong>Gisela Kassoy<\/strong> \u00e9 especialista em Criatividade e Inova\u00e7\u00e3o, facilita grupos de gera\u00e7\u00e3o e avalia\u00e7\u00e3o de ideias, realiza semin\u00e1rios e palestras e d\u00e1 consultoria para programas de ideias e ado\u00e7\u00e3o de ambientes virtuais. Realizou trabalhos em quase todo o pa\u00eds e nos EUA, Europa e Am\u00e9rica Latina. Graduada em Comunica\u00e7\u00f5es pela FAAP\/SP, fez sua forma\u00e7\u00e3o espec\u00edfica na Universidade de Nova York em Buffalo, no Centro de Lideran\u00e7a Criativa da Carolina do Norte e na Escola de Gerentes do MIT. \u00c9 Psicodramatista com Forma\u00e7\u00f5es em Din\u00e2mica de Grupos, Grupos Operativos e Design Thinking.<\/p>\n<p><strong>site: <a href=\"http:\/\/www.giselakassoy.com.br\/\">www.giselakassoy.com.br<\/a> <\/strong><\/p>\n<p><strong>e-mail: <a href=\"mailto:gisela@giselakassoy.com.br\">gisela@giselakassoy.com.br<\/a><\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><a href=\"http:\/\/www.rhevistarh.com.br\/portal\/wp-login.php?action=register\" target=\"_blank\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"aligncenter size-full wp-image-6457\" title=\"Newsletter\" src=\"http:\/\/www.rhevistarh.com.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2012\/02\/2011.gif\" alt=\"Newsletter\" width=\"468\" height=\"60\" srcset=\"https:\/\/www.rhevistarh.com.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2012\/02\/2011.gif 468w, https:\/\/www.rhevistarh.com.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2012\/02\/2011-300x38.gif 300w\" sizes=\"auto, (max-width: 468px) 100vw, 468px\" \/><\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Qual a diferen\u00e7a entre press\u00e3o e opress\u00e3o? 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