{"id":78135,"date":"2024-06-28T12:10:45","date_gmt":"2024-06-28T15:10:45","guid":{"rendered":"https:\/\/www.rhevistarh.com.br\/portal\/?p=78135"},"modified":"2024-06-28T12:10:45","modified_gmt":"2024-06-28T15:10:45","slug":"ferias-escolares-impactam-ainda-mais-na-sobrecarga-da-maternidade-e-na-carreira-das-mulheres","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.rhevistarh.com.br\/portal\/ferias-escolares-impactam-ainda-mais-na-sobrecarga-da-maternidade-e-na-carreira-das-mulheres\/","title":{"rendered":"F\u00e9rias escolares impactam ainda mais na sobrecarga da maternidade e na carreira das mulheres"},"content":{"rendered":"<div class=\"g g-1\"><div class=\"g-single a-34\"><a class=\"gofollow\" data-track=\"MzQsMSwxLDEw\" href=\"https:\/\/www.contatoanonimo.com.br\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"aligncenter wp-image-79937 size-full\" src=\"https:\/\/www.rhevistarh.com.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2026\/04\/novo_reportit_720_90_2.png\" alt=\"\" width=\"720\" height=\"90\" srcset=\"https:\/\/www.rhevistarh.com.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2026\/04\/novo_reportit_720_90_2.png 720w, https:\/\/www.rhevistarh.com.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2026\/04\/novo_reportit_720_90_2-300x38.png 300w\" sizes=\"auto, (max-width: 720px) 100vw, 720px\" \/><\/a><\/div><\/div>\n<p style=\"text-align: center;\"><i>No pa\u00eds, 7 em cada 10 mulheres s\u00e3o m\u00e3es; com o trabalho de cuidado, elas s\u00e3o as mais prejudicadas na trajet\u00f3ria profissional<\/i><\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/www.rhevistarh.com.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2024\/06\/mae_720.png\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"size-full wp-image-78137 aligncenter\" src=\"https:\/\/www.rhevistarh.com.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2024\/06\/mae_720.png\" alt=\"\" width=\"720\" height=\"480\" srcset=\"https:\/\/www.rhevistarh.com.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2024\/06\/mae_720.png 720w, https:\/\/www.rhevistarh.com.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2024\/06\/mae_720-300x200.png 300w\" sizes=\"auto, (max-width: 720px) 100vw, 720px\" \/><\/a><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">No Brasil, 7 em cada 10 mulheres s\u00e3o m\u00e3es, de acordo com levantamento recente do Datafolha &#8211; a maioria \u00e9 solteira, vi\u00fava ou divorciada, representando 55%. No mundo todo, elas s\u00e3o as principais respons\u00e1veis pelo cuidado, encarregadas das tarefas ligadas \u00e0 casa e \u00e0 fam\u00edlia. Segundo pesquisa da Todas Group, <strong>84% das m\u00e3es se preocupam mais com seus filhos durante o per\u00edodo de f\u00e9rias escolares<\/strong>, impactando diretamente na sobrecarga do trabalho de cuidado e, consequentemente, na carreira.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O esfor\u00e7o para tentar equilibrar o trabalho dentro e fora de casa, principalmente para as m\u00e3es, acaba gerando um excesso ainda maior de responsabilidades, o que, cada vez mais, pode adoecer as mulheres. Foi exatamente o que mostrou o Lab\u00a0<strong>Esgotadas,\u00a0<\/strong>realizado em 2023 pela ONG\u00a0<a href=\"https:\/\/thinkolga.com\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\" data-saferedirecturl=\"https:\/\/www.google.com\/url?q=https:\/\/thinkolga.com\/&amp;source=gmail&amp;ust=1719666268309000&amp;usg=AOvVaw2Q8AmhqyFzB8zuGEAEABmC\"><u>Think Olga<\/u><\/a>\u00a0&#8211; segundo o estudo,<strong>\u00a086% das brasileiras consideram ter muita carga de responsabilidades<\/strong>. Entre as raz\u00f5es do adoecimento e insatisfa\u00e7\u00e3o,\u00a0<strong>22% falam sobre o trabalho dom\u00e9stico<\/strong>. Conforme pesquisa da FGV, com dados da Pnad Cont\u00ednua, o n\u00famero de domic\u00edlios chefiados por m\u00e3es solo cresceu 17,8% na \u00faltima d\u00e9cada, passando de 9,6 milh\u00f5es para 11,3 milh\u00f5es.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u201cDurante o per\u00edodo de f\u00e9rias escolares, com os filhos em casa, a din\u00e2mica muda completamente a rotina das mulheres, que, muitas vezes, al\u00e9m da falta de rede de apoio, s\u00e3o m\u00e3es solo ou n\u00e3o que possuem divis\u00e3o adequada do trabalho de cuidado. \u00c9 nessa dupla jornada de trabalho, potencializada pela falta de apoio da escola, que a sobrecarga da maternidade pode impactar diretamente a trajet\u00f3ria profissional, especialmente em empresas e ambientes menos flex\u00edveis\u201d, explica Nana, diretora da\u00a0<a href=\"https:\/\/thinkeva.com.br\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\" data-saferedirecturl=\"https:\/\/www.google.com\/url?q=https:\/\/thinkeva.com.br\/&amp;source=gmail&amp;ust=1719666268309000&amp;usg=AOvVaw3KraMdBBTxqgwKcitMS5e7\"><u>Think Eva<\/u><\/a>, refer\u00eancia em equidade e g\u00eanero no mercado corporativo.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>A dupla ou tripla jornada de trabalho das mulheres durante as f\u00e9rias escolares dos filhos s\u00f3 evidencia ainda mais a desigualdade de g\u00eanero no mercado de trabalho<\/strong>, pois, em muitas fam\u00edlias, a responsabilidade do cuidado recai desproporcionalmente sobre as m\u00e3es &#8211; o que acaba prejudicando oportunidades de crescimento profissional.\u00a0<strong>Segundo estudos da Claudia Goldin, vencedora do pr\u00eamio Nobel de Economia de 2023, a diferen\u00e7a salarial por g\u00eanero \u00e9 menor no in\u00edcio das carreiras, mas isso muda quando as mulheres se tornam m\u00e3es &#8211; pois, o mercado de trabalho tende a recompensar melhor os trabalhadores mais dispon\u00edveis \u00e0s jornadas longas e inflex\u00edveis.<\/strong>\u00a0A falta de pol\u00edticas de apoio, rotinas mais adapt\u00e1veis, creches na empresa ou programas de suporte infantil agrava ainda mais a situa\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<div class=\"g g-1\"><div class=\"g-single a-33\"><a class=\"gofollow\" data-track=\"MzMsMSwxLDEw\" href=\"https:\/\/dataanalyzer.com.br\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"aligncenter wp-image-79918 size-full\" src=\"https:\/\/www.rhevistarh.com.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2026\/03\/novo_topo_720_90_DA.png\" alt=\"\" width=\"720\" height=\"90\" srcset=\"https:\/\/www.rhevistarh.com.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2026\/03\/novo_topo_720_90_DA.png 720w, https:\/\/www.rhevistarh.com.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2026\/03\/novo_topo_720_90_DA-300x38.png 300w\" sizes=\"auto, (max-width: 720px) 100vw, 720px\" \/><\/a><\/div><\/div>\n<p style=\"text-align: justify;\">Nana Lima refor\u00e7a que\u00a0<strong>a flexibilidade \u00e9 a chave para apoiar m\u00e3es que tamb\u00e9m trabalham fora de casa ou em home office sem hor\u00e1rios alternativos.\u00a0<\/strong>\u201cAs rotinas de trabalho remoto ou em modelo h\u00edbrido ampliam oportunidades para as mulheres, que s\u00e3o as principais respons\u00e1veis pelas demandas da maternidade. Para elas, este modelo de trabalho pode ser mais produtivo e motivado, mas precisa ser desenhado de forma sustent\u00e1vel. N\u00e3o adianta ser flex\u00edvel no hor\u00e1rio, mas demandar disponibilidade o dia inteiro e todos os dias da semana, por exemplo\u201d, explica.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O relat\u00f3rio \u201cWomen in Workplace 2022\u201d, realizado pela McKinsey, mostra que,\u00a0<strong>devido \u00e0 falta de uma rotina mais flex\u00edvel no trabalho, 49% das mulheres deixariam seus empregos<\/strong>. O dado refor\u00e7a que este tipo de jornada \u00e9 fundamental para manter mulheres e respons\u00e1veis pelo cuidado no mercado de trabalho. &#8220;Existem maneiras de adequar o trabalho e, nesses casos, esta jornada \u00e9 fundamental. Al\u00e9m de apoio e acolhimento, as empresas podem oferecer a possibilidade de trabalho por projetos ou metas, ao inv\u00e9s da carga hor\u00e1ria tradicional j\u00e1 conhecida. Isso pode ser realizado dentro da realidade de cada empresa e tipo de fun\u00e7\u00e3o\u201d, afirma Nana.<\/p>\n<hr \/>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>No pa\u00eds, 7 em cada 10 mulheres s\u00e3o m\u00e3es; com o trabalho de cuidado, elas s\u00e3o as mais prejudicadas na trajet\u00f3ria profissional<\/p>\n","protected":false},"author":8,"featured_media":78138,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[1],"tags":[6060,6389,5917,6390,323],"table_tags":[],"class_list":["post-78135","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-noticias","tag-auxilio-creche","tag-lei-14-611-2022","tag-maternidade","tag-think-olga","tag-trabalho","entry"],"aioseo_notices":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.rhevistarh.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/78135","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.rhevistarh.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.rhevistarh.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.rhevistarh.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/users\/8"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.rhevistarh.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=78135"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/www.rhevistarh.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/78135\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.rhevistarh.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/media\/78138"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.rhevistarh.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=78135"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.rhevistarh.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=78135"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.rhevistarh.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=78135"},{"taxonomy":"table_tags","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.rhevistarh.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/table_tags?post=78135"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}