{"id":78477,"date":"2024-08-20T09:32:37","date_gmt":"2024-08-20T12:32:37","guid":{"rendered":"https:\/\/www.rhevistarh.com.br\/portal\/?p=78477"},"modified":"2024-08-20T10:06:59","modified_gmt":"2024-08-20T13:06:59","slug":"nao-se-responsabilizar-pelas-proprias-acoes-e-o-maior-erro-que-um-profissional-pode-cometer","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.rhevistarh.com.br\/portal\/nao-se-responsabilizar-pelas-proprias-acoes-e-o-maior-erro-que-um-profissional-pode-cometer\/","title":{"rendered":"N\u00e3o se responsabilizar pelas pr\u00f3prias a\u00e7\u00f5es \u00e9 o maior erro que um profissional pode cometer"},"content":{"rendered":"<div class=\"g g-2\"><div class=\"g-single a-33\"><a class=\"gofollow\" data-track=\"MzMsMiwxLDEw\" href=\"https:\/\/dataanalyzer.com.br\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"aligncenter wp-image-79918 size-full\" src=\"https:\/\/www.rhevistarh.com.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2026\/03\/novo_topo_720_90_DA.png\" alt=\"\" width=\"720\" height=\"90\" srcset=\"https:\/\/www.rhevistarh.com.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2026\/03\/novo_topo_720_90_DA.png 720w, https:\/\/www.rhevistarh.com.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2026\/03\/novo_topo_720_90_DA-300x38.png 300w\" sizes=\"auto, (max-width: 720px) 100vw, 720px\" \/><\/a><\/div><\/div>\n<p style=\"text-align: justify;\"><i>Segundo a psic\u00f3loga e consultora em lideran\u00e7a e cultura Andr\u00e9a Krug, as empresas est\u00e3o cada vez mais de olho em profissionais que demonstram iniciativa e assumem o protagonismo<\/i><\/p>\n<div>\n<figure id=\"attachment_78478\" aria-describedby=\"caption-attachment-78478\" style=\"width: 300px\" class=\"wp-caption alignleft\"><a href=\"https:\/\/www.rhevistarh.com.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2024\/08\/andreakrug.png\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"wp-image-78478 size-full\" src=\"https:\/\/www.rhevistarh.com.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2024\/08\/andreakrug.png\" alt=\"\" width=\"300\" height=\"450\" srcset=\"https:\/\/www.rhevistarh.com.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2024\/08\/andreakrug.png 300w, https:\/\/www.rhevistarh.com.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2024\/08\/andreakrug-200x300.png 200w\" sizes=\"auto, (max-width: 300px) 100vw, 300px\" \/><\/a><figcaption id=\"caption-attachment-78478\" class=\"wp-caption-text\">Felipe Tucci<br \/>Andr\u00e9a Krug \u00e9 especialista em emprego, carreira e lideran\u00e7a<\/figcaption><\/figure>\n<p style=\"text-align: justify;\">Seja na busca por um novo emprego, seja nas escolhas das oportunidades que se apresentam no dia a dia de um trabalho, quando o assunto \u00e9 carreira, por mais que atuemos de modo diligente, \u00e9 muito comum que cometamos erros. Segundo a psic\u00f3loga com mais de 30 anos de experi\u00eancia em RHs de grandes empresas e consultora em lideran\u00e7a e cultura Andr\u00e9a Krug, o maior deslize que um profissional pode cometer \u00e9 deixar que o chefe escolha por ele. \u201cEm mat\u00e9ria de carreira, o que vale \u00e9 o nosso protagonismo, \u00e9 o quanto somos capazes de sermos respons\u00e1veis por n\u00f3s mesmos, de perseguirmos objetivos, independentemente das condi\u00e7\u00f5es ou recursos\u201d, afirma.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">De acordo com Andr\u00e9a, muitos profissionais acabam se escondendo em fatores externos para fugir da responsabilidade de terem que fazer suas pr\u00f3prias escolhas e tomar suas pr\u00f3prias decis\u00f5es. Ela relata ter se deparado com muitos jovens, ao longo de sua carreira, que justificaram terem sido reprovados em um processo seletivo de est\u00e1gio por n\u00e3o terem tido as mesmas oportunidades para estudar outros idiomas, por exemplo, que outros candidatos. Mas, segundo a consultora em lideran\u00e7a e cultura, \u00e9 poss\u00edvel de encontrar formas de contornar as dificuldades. \u201cNo caso do idioma, a internet est\u00e1 repleta de sites gratuitos, que podem alavancar uma m\u00ednima flu\u00eancia na l\u00edngua, desde que o profissional aja com foco e disciplina\u201d, explica.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Nesse sentido, para avaliar se o profissional est\u00e1 realmente tomando decis\u00f5es de acordo com os pr\u00f3prios crit\u00e9rios ou se est\u00e1 negligenciando suas vontades, a psic\u00f3loga faz um convite para que reflita sobre escolhas e conquistas. Sendo assim, Andr\u00e9a recomenda que os profissionais indaguem se durante toda a vida, usualmente, correram atr\u00e1s de seus objetivos ou simplesmente receberam as oportunidades por meio de terceiros (pais, professores, amigos). No caso da segunda alternativa ser a verdadeira, a consultora em lideran\u00e7a e cultura pede para que avaliem se sua conduta diante dessa oportunidade foi de passividade ou mais ativa, buscando ir al\u00e9m do b\u00e1sico que foi entregue.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Se ap\u00f3s essas reflex\u00f5es o profissional concluir que, definitivamente, foi mais passivo do que proativo nas alternativas que escolheu durante sua jornada, Andr\u00e9a aconselha que reconsidere as condutas atuais e comece a correr atr\u00e1s daquilo que realmente importa para ele. Segundo a psic\u00f3loga, uma postura mais determinada \u00e9 fundamental no mundo contempor\u00e2neo. \u201cAtualmente, as oportunidades est\u00e3o cada vez mais difusas, mais dif\u00edceis de serem encontradas e decodificadas, ent\u00e3o \u00e9 preciso ter iniciativa e jogo de cintura para encontrar aquela que tem mais a ver com seu perfil. Al\u00e9m disso, \u00e9 necess\u00e1rio esfor\u00e7o, dedica\u00e7\u00e3o e resili\u00eancia para que voc\u00ea fa\u00e7a por merecer aquilo que escolheu\u201d, diz.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">No caso de um processo seletivo de uma empresa, por exemplo, destaca a consultora em lideran\u00e7a e cultura, muitas vezes \u00e9 dif\u00edcil inteirar-se que a vaga est\u00e1 dispon\u00edvel, ent\u00e3o \u00e9 preciso que o profissional tenha iniciativa para se cercar dos diversos meios que tornem mais f\u00e1cil a tarefa de encontr\u00e1-la. A mesma conduta ativa vale para se preparar para o processo de sele\u00e7\u00e3o de candidatos, diz a psic\u00f3loga. De acordo com Andr\u00e9a, n\u00e3o basta acreditar que o destino lhe al\u00e7ar\u00e1 magicamente ao cargo, se assim o quiser, porque pensamento positivo, sem esfor\u00e7o, dedica\u00e7\u00e3o e preparo, n\u00e3o surte nenhum efeito.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Tendo em vista a import\u00e2ncia de uma conduta proativa em tudo o que diz respeito \u00e0 carreira, o profissional que deseja se candidatar a um processo seletivo, por exemplo, aponta a consultora em lideran\u00e7a e cultura, precisa conscientizar-se de que, diferentemente do que diz o senso comum, n\u00e3o \u00e9 quantidade de idiomas que fala, a universidade que estuda ou n\u00famero de interc\u00e2mbios que far\u00e1 a diferen\u00e7a para ser escolhido ou n\u00e3o. Conforme Andr\u00e9a, o que tem contado de fato, cada vez mais, para as empresas s\u00e3o as atitudes demonstradas pelos candidatos em sua trajet\u00f3ria de vida pessoal e profissional, aquilo que eles foram capazes de realizar.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">De acordo com a psic\u00f3loga, mais do que as habilidades t\u00e9cnicas (conhecimentos que tornam algu\u00e9m apto a exercer a fun\u00e7\u00e3o) o que vem sendo requerido e privilegiado no momento de escolher um profissional para ocupar determinado cargo s\u00e3o as habilidades sociocomportamentais e emocionais, as chamadas soft skills, entre as quais: o interesse, a curiosidade, o protagonismo e a capacidade de saber levantar-se ap\u00f3s um tombo. \u201cAs empresas j\u00e1 descobriram que o que faz com que seus contratados cres\u00e7am e se desenvolvam no dia a dia da empresa s\u00e3o as suas atitudes\u201d, conclui.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Sobre Andr\u00e9a Krug<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Formada em Psicologia pela UFRJ, p\u00f3s-graduada em Recursos Humanos pelo IAG Master da PUC\/RJ e com MBA em Administra\u00e7\u00e3o pelo Coppead. Com mais de 35 anos de experi\u00eancia profissional, ocupou cargos executivos com abrang\u00eancia para Am\u00e9rica Latina, em empresas como AMBEV, Cisper, Claro, TIM e Oi.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Sua experi\u00eancia engloba a condu\u00e7\u00e3o de diversos processos de change management, start up de opera\u00e7\u00f5es, bem como processo de M&amp;A. Inovou na diferencia\u00e7\u00e3o de um pipeline de jovens talentos, criando programas que se tornaram refer\u00eancia no mercado.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Implantou projetos de alto volume e complexidade, incluindo a montagem do restaurante da Vila dos Atletas na Rio 2016, respons\u00e1vel por servir mais de 1MM de refei\u00e7\u00f5es no Jogos Ol\u00edmpicos Rio 2016.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Seu trabalho de desenvolvimento de lideran\u00e7as foi reconhecido atrav\u00e9s do ranking Exame\/Hay (2009-10) como uma das 10 Best Companies for Leaders no Brasil. Desde 2017 desenvolve aplica\u00e7\u00f5es para RH utilizando IA e analytics para mapeamento de talentos e micro learning.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Palestrante do F\u00f3rum de Lideran\u00e7as 2020, Workshop sobre People Analytics 2021 e Case: \u201cvai encarar\u201d em 20022, Lider Game em 2023 e Papo Veloz em 2024 da ABTD, Future Rio 2021 e Rio Innovation Week 2022.<\/p>\n<hr \/>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Segundo a psic\u00f3loga e consultora em lideran\u00e7a e cultura Andr\u00e9a Krug, as empresas est\u00e3o cada vez mais de olho em profissionais que demonstram iniciativa e assumem o protagonismo<\/p>\n","protected":false},"author":8,"featured_media":78479,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[1],"tags":[6412,1763,6411],"table_tags":[],"class_list":["post-78477","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-noticias","tag-andrea-krug","tag-iniciativa","tag-protagonismo","entry"],"aioseo_notices":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.rhevistarh.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/78477","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.rhevistarh.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.rhevistarh.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.rhevistarh.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/users\/8"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.rhevistarh.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=78477"}],"version-history":[{"count":4,"href":"https:\/\/www.rhevistarh.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/78477\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":78485,"href":"https:\/\/www.rhevistarh.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/78477\/revisions\/78485"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.rhevistarh.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/media\/78479"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.rhevistarh.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=78477"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.rhevistarh.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=78477"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.rhevistarh.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=78477"},{"taxonomy":"table_tags","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.rhevistarh.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/table_tags?post=78477"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}