{"id":9446,"date":"2013-05-01T00:01:37","date_gmt":"2013-05-01T03:01:37","guid":{"rendered":"http:\/\/www.rhevistarh.com.br\/portal\/?p=9446"},"modified":"2013-04-30T10:12:44","modified_gmt":"2013-04-30T13:12:44","slug":"eduardo-zugaibo-cavalo-morreu-e-voce-com-isso","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.rhevistarh.com.br\/portal\/eduardo-zugaibo-cavalo-morreu-e-voce-com-isso\/","title":{"rendered":"O Cavalo Morreu. E Voc\u00ea com Isso?"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align: left;\" align=\"center\"><a href=\"http:\/\/www.rhevistarh.com.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2013\/05\/eduardozugaib.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignright size-full wp-image-9489\" title=\"eduardozugaib\" src=\"http:\/\/www.rhevistarh.com.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2013\/05\/eduardozugaib.jpg\" alt=\"\" width=\"150\" height=\"150\" \/><\/a>Existe uma hist\u00f3ria de autoria desconhecida que chamou minha aten\u00e7\u00e3o tempos atr\u00e1s. Segundo a hist\u00f3ria, os \u00edndios norteamericanos da tribo Dakota sempre buscaram transmitir, para cada nova gera\u00e7\u00e3o da tribo, um importante ensinamento: \u201cQuando voc\u00ea descobre que est\u00e1 montando um cavalo morto, o melhor a fazer \u00e9 desmontar\u201d.<\/p>\n<p>A hist\u00f3ria trata de nossas rea\u00e7\u00f5es assim que percebemos estar montados sobre um \u201ccavalo morto\u201d. Elas v\u00e3o desde a recusa a desmontar do bicho at\u00e9 a insist\u00eancia em solu\u00e7\u00f5es improv\u00e1veis, ilustradas aqui com atitudes que revelam muito de n\u00f3s.<\/p>\n<p>Alguns de n\u00f3s, aqueles de perfil mais pr\u00e1tico, decidem r\u00e1pido pela troca dos cavaleiros que montam o cavalo morto. J\u00e1 os mais intolerantes amea\u00e7am o cavalo com castigos e demiss\u00e3o. Os mais investigativos criam um comit\u00ea para estudar o cavalo.<\/p>\n<p>H\u00e1 ainda uma parcela conformista, que afirmam que \u201cesta \u00e9 a maneira como sempre montamos este cavalo, logo n\u00e3o h\u00e1 porque mudar\u201d. No caso de insist\u00eancia, acabam contratando terceiros para montar o cavalo morto. Outros chamam consultores especializados em motiva\u00e7\u00e3o para cavalos mortos.<\/p>\n<p>Tem tamb\u00e9m aqueles mais tecnol\u00f3gicos, que desenvolvem um sistema que torne os cavalos mortos mais r\u00e1pidos. Os que veem a empresa apenas pela \u00f3tica do lucro, s\u00e3o categ\u00f3ricos em afirmar que cavalo morto \u00e9 melhor porque \u00e9 mais barato. Os mais analistas revisam os requisitos de avalia\u00e7\u00e3o de desempenho dos cavalos mortos, classificando-os como junior, pleno e s\u00eanior. Outros, mais ligados em processos, mudam a vis\u00e3o operacional e declaram que o cavalo n\u00e3o est\u00e1 morto, apenas em um per\u00edodo de baixa demanda. Os mais cartesianos enfileiram v\u00e1rios cavalos, todos mortos, tentando aumentar a velocidade.<\/p>\n<p>Por \u00faltimo vem algu\u00e9m com alto poder de decis\u00e3o que, frente ao dilema sobre o qu\u00ea fazer com o cavalo morto, acaba promovendo-o a diretor.<\/p>\n<p>A f\u00e1bula Dakota explica alguns dos dilemas da vida de profissionais e organiza\u00e7\u00f5es: n\u00e3o adianta tentar enganar si pr\u00f3prio, principalmente quando o ambiente profissional ou o mercado j\u00e1 deram sinais suficientes de que \u00e9 preciso mudar. O melhor a fazer \u00e9 descer logo do cavalo morto e encarar a oportunidade da mudan\u00e7a, com todo o frio na barriga que ela proporciona a quem continua vivo.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><span style=\"text-decoration: underline;\"><strong>Sobre o autor:<\/strong><\/span><\/p>\n<p><strong>Eduardo Zugaib:<\/strong> \u00e9 escritor, profissional de comunica\u00e7\u00e3o e marketing, professor de p\u00f3s gradua\u00e7\u00e3o, palestrante motivacional e comportamental. Ministra treinamento nas \u00e1reas de Desenvolvimento Humano e Performance Organizacional.<\/p>\n<p><strong>site: <a href=\"http:\/\/www.eduardozugaib.com.br\" target=\"_blank\">www.eduardozugaib.com.br<\/a><\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><a href=\"http:\/\/www.meurhnaweb.com.br\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"size-full wp-image-9345 aligncenter\" style=\"border: 0px currentColor;\" title=\"RHNydus\" src=\"http:\/\/www.rhevistarh.com.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2013\/04\/nydusok.gif\" alt=\"\" width=\"468\" height=\"60\" srcset=\"https:\/\/www.rhevistarh.com.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2013\/04\/nydusok.gif 468w, https:\/\/www.rhevistarh.com.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2013\/04\/nydusok-300x38.gif 300w\" sizes=\"auto, (max-width: 468px) 100vw, 468px\" \/><\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Existe uma hist\u00f3ria de autoria desconhecida que chamou minha aten\u00e7\u00e3o tempos atr\u00e1s. 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