{"id":9617,"date":"2013-06-01T00:01:34","date_gmt":"2013-06-01T03:01:34","guid":{"rendered":"http:\/\/www.rhevistarh.com.br\/portal\/?p=9617"},"modified":"2013-05-26T12:21:05","modified_gmt":"2013-05-26T15:21:05","slug":"o-administrador-e-a-cidadania","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.rhevistarh.com.br\/portal\/o-administrador-e-a-cidadania\/","title":{"rendered":"O Administrador e a Cidadania"},"content":{"rendered":"<figure id=\"attachment_9624\" aria-describedby=\"caption-attachment-9624\" style=\"width: 150px\" class=\"wp-caption alignright\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"size-full wp-image-9624\" title=\"Adm. Wagner Siqueira\" src=\"http:\/\/www.rhevistarh.com.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2013\/06\/wagner.jpg\" alt=\"Adm. Wagner Siqueira\" width=\"150\" height=\"150\" \/><figcaption id=\"caption-attachment-9624\" class=\"wp-caption-text\">Adm. Wagner Siqueira<\/figcaption><\/figure>\n<p>N\u00e3o h\u00e1 atividade humana minimamente estruturada no mundo moderno que n\u00e3o se realize por interm\u00e9dio de organiza\u00e7\u00f5es. O mundo globalizado \u00e9 um mundo de organiza\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<p>\u00c9 dentro de uma organiza\u00e7\u00e3o que se exerce ou n\u00e3o se exerce a cidadania, que se encontra ou n\u00e3o se encontra a concretude de realiza\u00e7\u00e3o dos direitos humanos.<\/p>\n<p>\u00c9 a organiza\u00e7\u00e3o que discrimina o negro, a mulher, a crian\u00e7a, o idoso, o portador de defici\u00eancias, o imigrante, as ditas minorias \u00e9tnicas, religiosas e sexuais. \u00c9 tamb\u00e9m numa organiza\u00e7\u00e3o que o totalitarismo encontra as suas mais veementes formas de express\u00e3o.<\/p>\n<p>A organiza\u00e7\u00e3o \u00e9 o espa\u00e7o profissional de trabalho do administrador, o seu l\u00f3cus pr\u00f3prio de reflex\u00e3o e de a\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>\u00c9 numa organiza\u00e7\u00e3o que a cidadania se realiza ou n\u00e3o, que a democracia expressa a plenitude de suas qualidades e de seus defeitos, de suas for\u00e7as e de suas fraquezas. Mas \u00e9 tamb\u00e9m numa organiza\u00e7\u00e3o que o totalitarismo concretiza as suas mais cru\u00e9is formas de coisifica\u00e7\u00e3o do homem, tornando-o mero objeto da vontade de algu\u00e9m que detenha episodicamente o poder.<\/p>\n<p>Esse \u00e9 o grande papel do administrador para a cidadania: obter resultados organizacionais por interm\u00e9dio da realiza\u00e7\u00e3o humana, compatibilizar a realiza\u00e7\u00e3o de um (interesses da organiza\u00e7\u00e3o) atrav\u00e9s do outro (interesses do empregado), operacionalizar a democracia cidad\u00e3 no cotidiano das pessoas.<\/p>\n<ul>\n<li><strong>Os desafios da administra\u00e7\u00e3o face \u00e0 democracia cidad\u00e3<\/strong><\/li>\n<\/ul>\n<p>A verdade \u00e9 que o <strong><span style=\"text-decoration: underline;\">bem<\/span><\/strong> (no sentido moral) e os <strong><span style=\"text-decoration: underline;\">bens <\/span><\/strong>(no sentido econ\u00f4mico) nem sempre se d\u00e3o bem, correlacionam-se adequadamente, t\u00eam compatibilidade. Eis a\u00ed um grande desafio para a administra\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>A quest\u00e3o moral (o que devo fazer?) se coloca para todos indistintamente, para mim e para voc\u00ea, independentemente de nossas profiss\u00f5es e posi\u00e7\u00f5es dentro da organiza\u00e7\u00e3o, de nossas trajet\u00f3rias existenciais, de n\u00edveis de renda, de locais de origem.<\/p>\n<p>A moral se instalou no centro dos debates no mundo das organiza\u00e7\u00f5es a partir dos anos 1980. Passamos a viver a hegemonia do \u201cpoliticamente correto\u201d. A moral \u00e9 o tema da moda e o tema na moda acaba se tornando virtude. As organiza\u00e7\u00f5es agora querem ser morais, \u201cpoliticamente corretas\u201d.<\/p>\n<p>Assistimos assim a um retorno da moral no sentido do discurso por organiza\u00e7\u00f5es que desejam se apresentar como parte da aristocracia da virtude no conjunto da sociedade.<\/p>\n<p>N\u00e3o \u00e9 que as pessoas sejam hoje mais virtuosas do que antes. Fala-se muito de moral nos ambientes de trabalho. Mas dela se ressentem muito nos comportamentos humanos nas organiza\u00e7\u00f5es p\u00fablicas e privadas, tanto\u00a0 nas pias quanto nas lucrativas.<\/p>\n<p>As pessoas em geral, e os jovens em particular, abandonam a pol\u00edtica e empreendem um retorno \u00e0 moral, agora rebatizada de direitos humanos (a palavra moral \u00e9 velha, antiquada e arcaica); chamam tamb\u00e9m de solidariedade, de humanismo, de responsabilidade social, de empresa cidad\u00e3, de desenvolvimento sustent\u00e1vel, de \u00e9tica empresarial, de prote\u00e7\u00e3o ao meio ambiente.<\/p>\n<p>H\u00e1 40 anos, contra a fome gritava-se pela revolu\u00e7\u00e3o. Hoje, contra a mis\u00e9ria se avolumam os programas assistenciais de governos e de empresas, de ONGs e de igrejas, de clubes de servi\u00e7os e de institui\u00e7\u00f5es de benemer\u00eancia. \u00c9 a a\u00e7\u00e3o humanit\u00e1ria empresarial que vai construir um novo mundo, afirmar o lugar comum dominante na hegemonia do pensamento \u00fanico prevalecente mundo das organiza\u00e7\u00f5es e na sociedade em geral.<\/p>\n<p>Diante dos problemas que s\u00e3o coletivos, sociais, conflituais por excel\u00eancia, logo pol\u00edticos, a tend\u00eancia \u00e9 oferecer respostas individuais, morais, pretensamente \u00e9ticas, para n\u00e3o dizer at\u00e9 ing\u00eanuas, sentimentais e emotivas. Claro, todas essas a\u00e7\u00f5es s\u00e3o perfeitamente respeit\u00e1veis; nada tenho contra esses programas de assist\u00eancia social, mas , como \u00e9 obvio, s\u00e3o igualmente por si s\u00f3 incapazes de resolver o problema como se prop\u00f5em faz\u00ea-lo.<\/p>\n<p>Antes, na Gera\u00e7\u00e3o dos Anos Dourados, se pensava que a boa pol\u00edtica seria a \u00fanica moral necess\u00e1ria. J\u00e1 para os jovens de hoje, a moral \u00e9 tudo! E, assim, uma boa moral lhes parece ser uma pol\u00edtica suficiente.<\/p>\n<p>\u00c9 evidente que antes era um equ\u00edvoco julgar que a pol\u00edtica poderia fazer \u00e0s vezes da moral. Mas outro \u00e9 o erro hoje: acreditar que a moral \u2013 mesmo rebatizada de direitos humanos, de solidarismo, de humanismo, de empresa cidad\u00e3 etc \u2013 possa substituir a pol\u00edtica.<\/p>\n<p>A sociedade se ilude ao contar com programas sociais para acabar com a mis\u00e9ria. Ilude-se, de novo, se conta com o humanitarismo para substituir a pol\u00edtica externa ou para minimizar os problemas de imigra\u00e7\u00e3o. E assim por diante.<\/p>\n<p>A moral e a pol\u00edtica s\u00e3o duas coisas distintas, ambas necess\u00e1rias, mas que n\u00e3o podem ser confundidas sem comprometer o que cada uma delas tem de essencial. Necessitamos das duas, e da diferencia\u00e7\u00e3o entre elas. Necessitamos de uma moral que n\u00e3o se reduza a uma pol\u00edtica, mas necessitamos tamb\u00e9m de uma pol\u00edtica que n\u00e3o se reduza a uma moral.<\/p>\n<p>E na medida em que os jovens que ingressam nas organiza\u00e7\u00f5es t\u00eam cada vez menos a sensa\u00e7\u00e3o de poder influir coletivamente sobre o seu destino comum \u2013 que \u00e9 a verdadeira fun\u00e7\u00e3o da pol\u00edtica \u2013 eles tendem a encerrar-se no terreno dos valores morais.<\/p>\n<p>Vivemos assim uma situa\u00e7\u00e3o ambivalente: se por um lado saudamos os jovens porque empreendem uma esp\u00e9cie de retorno \u00e0 exig\u00eancia moral ou humanista, por outro lado lamentamos que o fa\u00e7am em detrimento de toda e qualquer a\u00e7\u00e3o propriamente pol\u00edtica.<\/p>\n<p>O elo mais fraco hoje no contexto brasileiro n\u00e3o \u00e9 a moral, como alguns cr\u00eaem, mas a pol\u00edtica.<\/p>\n<p>Os bons sentimentos e as boas a\u00e7\u00f5es fazem sucesso, mas o descaso e o desinteresse pelas quest\u00f5es p\u00fablicas s\u00e3o alarmantes. O elo mais fr\u00e1gil da sociedade brasileira n\u00e3o \u00e9 a corrup\u00e7\u00e3o, mas as institui\u00e7\u00f5es pol\u00edticas que a permitem medrar sem limites.<\/p>\n<ul>\n<li><strong>Apoliticismo e a a\u00e7\u00e3o do administrador<\/strong><\/li>\n<\/ul>\n<p>O apoliticismo humanista e bem pensante \u00e9 o vazio de participa\u00e7\u00e3o cidad\u00e3 de nossa sociedade.<\/p>\n<p>O apoliticismo \u00e9 uma doen\u00e7a intr\u00ednseca \u00e0 democracia e \u00e0 cidadania.<\/p>\n<p>A conquista da democracia formal conduz inelutavelmente \u00e0 apatia e ao descaso, ao desinteresse de participa\u00e7\u00e3o pol\u00edtica.<\/p>\n<p>A absten\u00e7\u00e3o de participa\u00e7\u00e3o nas vota\u00e7\u00f5es, a generaliza\u00e7\u00e3o da critica e a descren\u00e7a na pol\u00edtica e nos pol\u00edticos, a mediocriza\u00e7\u00e3o da a\u00e7\u00e3o pol\u00edtica profissional, contribui cada vez mais para uma pior qualidade moral e intelectual da representa\u00e7\u00e3o pol\u00edtica eleita.<\/p>\n<p>O apoliticismo \u00e9 o exerc\u00edcio da cidadania pelo abandono da perspectiva de que se possam equacionar quest\u00f5es de interesse p\u00fablico ou do bem comum pela via das inst\u00e2ncias de representa\u00e7\u00e3o eleita, ou seja, pelas inst\u00e2ncias inerentes \u00e0 democracia representativa cidad\u00e3.<\/p>\n<p>O rem\u00e9dio para o apoliticismo ser\u00e1 sempre encontrado na pr\u00f3pria democracia. Cura-se a doen\u00e7a do apoliticismo com maior democracia, com institui\u00e7\u00f5es que funcionem e se aprimorem com debate e transpar\u00eancia, com a conviv\u00eancia com o contradit\u00f3rio e a escolha pacifica entre diferentes perspectivas e alternativas, com a participa\u00e7\u00e3o e a contribui\u00e7\u00e3o dos distintos atores da sociedade.<\/p>\n<p>Impregnado por essa cultura de aliena\u00e7\u00e3o o administrador tamb\u00e9m se afasta cada vez mais no cotidiano de seu posto de trabalho de seu compromisso de agente de transforma\u00e7\u00e3o social, de interven\u00e7\u00e3o nas condi\u00e7\u00f5es objetivas em que se efetivam as rela\u00e7\u00f5es de moral\/coes\u00e3o, normas\/padr\u00f5es e objetivos\/metas na vida laboral a fim de conduzir \u00e0 organiza\u00e7\u00e3o a uma realidade mais democr\u00e1tica e cidad\u00e3. Vivemos na Idade Media das rela\u00e7\u00f5es de trabalho pensando j\u00e1 termos atingido o est\u00e1gio evolutivo do humanismo solid\u00e1rio no mundo das organiza\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<p>As organiza\u00e7\u00f5es utilizam tecnologias na velocidade dos foguetes e s\u00e3o administradas ainda como se viv\u00eassemos \u00e0 \u00e9poca do carro de boi.<\/p>\n<ul>\n<li><strong>A democracia cidad\u00e3 como uma realidade nas organiza\u00e7\u00f5es<\/strong><\/li>\n<\/ul>\n<p>Cidadania \u00e9 o exerc\u00edcio dos direitos e dos deveres civis e pol\u00edticos dentro de um Estado. Pressup\u00f5e todas as implica\u00e7\u00f5es decorrentes da vida coletiva em sociedade. Cidadania \u00e9 o direito a ter direitos e o dever de cumprir obriga\u00e7\u00f5es dentro de uma na\u00e7\u00e3o politicamente organizada em Estado.<strong><\/strong><\/p>\n<p>N\u00e3o h\u00e1 democracia cidad\u00e3 sem contradi\u00e7\u00e3o e sem resolu\u00e7\u00e3o de conflitos pela via da negocia\u00e7\u00e3o pac\u00edfica.<\/p>\n<p>A democracia \u00e9 a conviv\u00eancia com a diverg\u00eancia e o contradit\u00f3rio.\u00a0 N\u00e3o h\u00e1 cidadania com a hegemonia do pensamento \u00fanico. Toda monotem\u00e1tica \u00e9 perigosa. O monotema \u201cpoliticamente correto\u201d implica substanciais riscos \u00e0 estabilidade das institui\u00e7\u00f5es democr\u00e1ticas numa sociedade.<\/p>\n<p>A Queda do Muro de Berlim e a conseq\u00fcente desconstru\u00e7\u00e3o do bloco sovi\u00e9tico retiraram a alternativa comunista ao capitalismo, ou, se preferir, \u00e0 sociedade de mercado.<\/p>\n<p>O que significa Bin Laden para o jovem ocidental? Claramente uma op\u00e7\u00e3o moral. O Islamismo fanatizado n\u00e3o condena a propriedade privada, o controle dos meios de produ\u00e7\u00e3o, a sociedade de mercado, a explora\u00e7\u00e3o do trabalho assalariado, a discrimina\u00e7\u00e3o contra as minorias \u00e9tnicas, sexuais, raciais, religiosas. Pelo contr\u00e1rio, o mais das vezes os agrava dramaticamente.<\/p>\n<p>Bin Laden n\u00e3o \u00e9 uma alternativa social, econ\u00f4mica, pol\u00edtica; \u00e9 uma alternativa moral para jovens fanatizados pela op\u00e7\u00e3o religiosa, que quer fazer as vezes da a\u00e7\u00e3o pol\u00edtica.<\/p>\n<p>Ele simboliza outros valores, ou seja, outra moral ou at\u00e9 outra civiliza\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Passar de L\u00eanin e Stalin para Bin Laden n\u00e3o \u00e9 trocar de advers\u00e1rio. \u00c9 passar de uma quest\u00e3o para outra. \u00c9 passar da quest\u00e3o pol\u00edtica (contra ou a favor da sociedade de mercado, por exemplo) para a quest\u00e3o moral ou civilizat\u00f3ria, contrapondo os valores do Ocidente laico e liberal, democr\u00e1tico e cidad\u00e3o, aos da teocracia religiosa.<\/p>\n<p>A sociedade de mercado n\u00e3o precisa de sentido para funcionar. Mas os indiv\u00edduos certamente. As civiliza\u00e7\u00f5es tamb\u00e9m.<\/p>\n<p>Qual o sentido para a vida? Quais s\u00e3o os valores existenciais predominantes na sociedade? Temos que ter sentido e, portanto, justificativa para a nossa exist\u00eancia.<\/p>\n<p>Antes a contradi\u00e7\u00e3o se dava contra uma perspectiva de nega\u00e7\u00e3o representada pelo bloco comunista. Na sua aus\u00eancia, a sociedade h\u00e1 que buscar uma nova alternativa. Precisa encontr\u00e1-la em si mesma, entre uma op\u00e7\u00e3o de valores, \u00e9ticas, morais, institucionais-legais, pol\u00edtico-juridicas.<\/p>\n<p>Esta busca \u00e9 a fonte e a origem da for\u00e7a do \u201cpoliticamente correto\u201d dominante em nossa sociedade. A ess\u00eancia de todas as suas deforma\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<p>A democracia cidad\u00e3 em nosso Pa\u00eds n\u00e3o vai evoluir efetivamente enquanto se persistir no equ\u00edvoco de se circunscrever quest\u00f5es fundamentais de nosso tempo como as dos direitos humanos, da prote\u00e7\u00e3o do meio ambiente, da sustentabilidade etc como se fossem exclusivamente quest\u00f5es de natureza moral. S\u00e3o tamb\u00e9m.<\/p>\n<p>No cotidiano da vida em sociedade perpassamos indistintamente por ordens de conduta que nos levam a atitudes e a comportamentos. A democracia em nosso Pa\u00eds precisa tratar harmonicamente essas cinco ordens \u2013 tecnocientifica ou econ\u00f4mica, institucional ou jur\u00eddica, moral, \u00e9tica e espiritual &#8211; porque s\u00e3o elas que formam as doutrinas e as ideologias, as teorias e as pr\u00e1ticas que vicejam no mundo corporativo, nas rela\u00e7\u00f5es de trabalho, nas circunst\u00e2ncias da vida empresarial e no universo da sociedade.<\/p>\n<p>A quest\u00e3o moral do \u201cpoliticamente correto\u201d n\u00e3o \u00e9 por si s\u00f3 suficiente, portanto. N\u00e3o basta a si pr\u00f3pria. Precisa das demais ordens para se sustentar e avan\u00e7ar.<\/p>\n<p><span style=\"text-decoration: underline;\"><strong>Sobre o autor:<\/strong><\/span><\/p>\n<p><strong>Adm. Wagner Siqueira: <\/strong>Vereador pelo Rio de Janeiro. Atual Presidente do Conselho Regional de Administra\u00e7\u00e3o do Rio de Janeiro e Membro da Academia Brasileira de Ci\u00eancias da Administra\u00e7\u00e3o. Foi Secret\u00e1rio de Administra\u00e7\u00e3o, Presidente do Riocentro e Secret\u00e1rio de Assist\u00eancia Social da Prefeitura do Rio. Consultor de organiza\u00e7\u00f5es e autor de livros e diversos artigos sobre as ci\u00eancias da Administra\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p><strong>site: <a href=\"http:\/\/www.wagnersiqueira.com.br\/\">www.wagnersiqueira.com.br<\/a><\/strong><\/p>\n<p><strong>e-mail: <a href=\"mailto:wagners@attglobal.net\">wagners@attglobal.net<\/a><\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><a href=\"http:\/\/www.meurhnaweb.com.br\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"size-full wp-image-9345 aligncenter\" style=\"border: 0px currentColor;\" title=\"RHNydus\" src=\"http:\/\/www.rhevistarh.com.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2013\/04\/nydusok.gif\" alt=\"\" width=\"468\" height=\"60\" srcset=\"https:\/\/www.rhevistarh.com.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2013\/04\/nydusok.gif 468w, https:\/\/www.rhevistarh.com.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2013\/04\/nydusok-300x38.gif 300w\" sizes=\"auto, (max-width: 468px) 100vw, 468px\" \/><\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>\u00c9 dentro de uma organiza\u00e7\u00e3o que se exerce ou n\u00e3o se exerce a cidadania, que se encontra ou n\u00e3o se encontra a concretude de realiza\u00e7\u00e3o dos direitos humanos.<\/p>\n","protected":false},"author":8,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[371,901],"tags":[1257,1537,434,1837],"table_tags":[],"class_list":["post-9617","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-temas-1","category-wagner-siqueira","tag-administracao","tag-cidadania","tag-globalizacao","tag-organizacao","no-post-thumbnail","entry"],"aioseo_notices":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.rhevistarh.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/9617","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.rhevistarh.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.rhevistarh.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.rhevistarh.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/users\/8"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.rhevistarh.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=9617"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/www.rhevistarh.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/9617\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.rhevistarh.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=9617"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.rhevistarh.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=9617"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.rhevistarh.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=9617"},{"taxonomy":"table_tags","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.rhevistarh.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/table_tags?post=9617"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}