{"id":9703,"date":"2013-06-01T00:01:30","date_gmt":"2013-06-01T03:01:30","guid":{"rendered":"http:\/\/www.rhevistarh.com.br\/portal\/?p=9703"},"modified":"2013-05-31T12:17:26","modified_gmt":"2013-05-31T15:17:26","slug":"eduardo-zugaiba-gaveta-das-primeiras-ideias","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.rhevistarh.com.br\/portal\/eduardo-zugaiba-gaveta-das-primeiras-ideias\/","title":{"rendered":"A Gaveta das Primeiras Ideias"},"content":{"rendered":"<figure id=\"attachment_9713\" aria-describedby=\"caption-attachment-9713\" style=\"width: 150px\" class=\"wp-caption alignright\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"size-full wp-image-9713\" title=\"Eduardo Zugaib\" src=\"http:\/\/www.rhevistarh.com.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2013\/06\/eduardozugaib.jpg\" alt=\"Eduardo Zugaib\" width=\"150\" height=\"150\" \/><figcaption id=\"caption-attachment-9713\" class=\"wp-caption-text\">Eduardo Zugaib<\/figcaption><\/figure>\n<p>A criatividade \u00e9 diferente da gratuidade de ideias.<\/p>\n<p>Ideias gratuitas s\u00e3o aquelas que surgem facilmente quando somos confrontados a um problema, pois sustentam-se no senso comum, no conhecimento superficial e no \u201cachismo\u201d. O risco de se usar uma ideia gratuita, principalmente em solu\u00e7\u00f5es empresariais, \u00e9 grande: como s\u00e3o frutos de associa\u00e7\u00f5es instant\u00e2neas demais, elas podem surgir em mais de um lugar ao mesmo tempo, o que pode causar grandes constrangimentos.<\/p>\n<p>O princ\u00edpio da ideia gratuita \u00e9 simples: o processo criativo sustenta-se na associa\u00e7\u00e3o de ideias. Repare \u00e0 sua volta e voc\u00ea ver\u00e1 que toda ideia tida como criativa, aquela que saiu do plano mental e passou para o campo real das inova\u00e7\u00f5es, \u00e9 fruto de uma ou mais ideias matrizes associadas.<\/p>\n<p>Voc\u00ea usa rel\u00f3gio de pulso? Pois \u00e9, esse rel\u00f3gio \u00e9 um exemplo simples desse processo de associa\u00e7\u00e3o, transformado em produto pela mente efervescente de Santos Dumont.<\/p>\n<p>As melhores letras de m\u00fasicas, por exemplo, s\u00e3o aquelas que conduzem quem as ouve pelo terreno das figuras de linguagem, da manifesta\u00e7\u00e3o da realidade de forma diferente daquela que a maioria usa. \u00c9 o mesmo processo, o da associa\u00e7\u00e3o de ideias, funcionando no plano conotativo das palavras, atribuindo sentidos a elas diferentes do seu sentido prim\u00e1rio, que justifica a diferen\u00e7a entre um choro cont\u00ednuo (denotativo) e uma chuva de l\u00e1grimas (conotativo).<\/p>\n<p>Mas como podemos evitar ter ideias que algu\u00e9m tamb\u00e9m ter\u00e1? Evitando usar as primeiras ideias. Pela l\u00f3gica de funcionamento do senso comum, elas ser\u00e3o as primeiras ideias de todo aquele que transita no mesmo n\u00edvel de conhecimento que o seu, quando confrontado com problemas tamb\u00e9m semelhantes ao seu. E o que fazer com as primeiras ideias, j\u00e1 que s\u00e3o inevit\u00e1veis? Jogue-as fora. Ou, melhor ainda, reserve uma gaveta s\u00f3 para elas: a gaveta das primeiras ideias. \u00c9 quest\u00e3o de tempo para perceb\u00ea-las pipocando aqui e ali, solucionando problemas que, na ess\u00eancia, s\u00e3o muito parecidos.<\/p>\n<p>Quando questionado sobre como ter tantas boas ideias, o qu\u00edmico americano Linus Pauling disse: \u201c\u00c9 simples&#8230; tenha um mont\u00e3o de ideias, depois jogue fora as ruins\u201d. Evid\u00eancia que, em se tratando de cria\u00e7\u00e3o, o axioma \u201cquantidade n\u00e3o \u00e9 qualidade\u201d ganha propor\u00e7\u00f5es bem diferentes.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><span style=\"text-decoration: underline;\"><strong>Sobre o autor:<\/strong><\/span><\/p>\n<p><strong>Eduardo Zugaib:<\/strong> \u00e9 escritor, profissional de comunica\u00e7\u00e3o e marketing, professor de p\u00f3s gradua\u00e7\u00e3o, palestrante motivacional e comportamental. Ministra treinamento nas \u00e1reas de Desenvolvimento Humano e Performance Organizacional.<\/p>\n<p><strong>site: <a href=\"http:\/\/www.eduardozugaib.com.br\" target=\"_blank\">www.eduardozugaib.com.br<\/a><\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><a href=\"http:\/\/www.meurhnaweb.com.br\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"size-full wp-image-9345 aligncenter\" style=\"border: 0px currentColor;\" title=\"RHNydus\" src=\"http:\/\/www.rhevistarh.com.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2013\/04\/nydusok.gif\" alt=\"\" width=\"468\" height=\"60\" srcset=\"https:\/\/www.rhevistarh.com.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2013\/04\/nydusok.gif 468w, https:\/\/www.rhevistarh.com.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2013\/04\/nydusok-300x38.gif 300w\" sizes=\"auto, (max-width: 468px) 100vw, 468px\" \/><\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A criatividade \u00e9 diferente da gratuidade de ideias.<br \/>\nIdeias gratuitas s\u00e3o aquelas que surgem facilmente quando somos confrontados a um problema, pois sustentam-se no senso comum, no conhecimento superficial e no \u201cachismo\u201d. 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